Não é muito normal
Rir da própria cova
Ver o começo do final
Na hora até ri
Mal sabia que era minha
Nem que logo seria eu, ali
Corri mas não cansei
Pulei poças e buracos
E no fundo de mim mesmo, afundei
O buraco mais fundo
Sente falta do que já foi
"o mais razoável do mundo"
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AZUL
PoesíaAlgo como arte. Feito com amor, mas que nem todos apreciam. Algo que vem para implantar um certo desconforto no quente de suas mentes. Onde tudo se conecta, onde tudo se desprendende. Vamos navegar nesse Azul?
