Elas voam com a estação
Vêm planar ao sereno frescor
Estas no chão e sem cor
São as que vão, mas não em vão
São verbos a pairar
São adjetivos que embelezam
São tempos que se revezam
À luz da noite, do luar
São cheias de si e só
Os cabelos da copa e Pinheiros
São as primeiras dos primeiros
Solitárias, que dão até dó
Elas caem juntas e morrem assim
Pois estão no mesmo chão
E sem vida nem coração
Só resta a beleza do fim
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AZUL
PoetryAlgo como arte. Feito com amor, mas que nem todos apreciam. Algo que vem para implantar um certo desconforto no quente de suas mentes. Onde tudo se conecta, onde tudo se desprendende. Vamos navegar nesse Azul?
