Os tapetes verdes pela janela vejo
O sol que nasce ao lado de fora
O mesmo sol que vejo agora
É delicado e Sereno como um beijo
Vi nevoeiro sem o branco
E também muitas fazendas
É o paraíso das lendas
A terra dos barrancos
Me perdi num sonho dourado
E à neblina sucumbi
No breu muito vi
Na luz fui cegado
A estrada é lisa à flutuar
Ao distante destino me lanço
Então no banco descanso
Pois que uma hora hei de chegar
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AZUL
PoetryAlgo como arte. Feito com amor, mas que nem todos apreciam. Algo que vem para implantar um certo desconforto no quente de suas mentes. Onde tudo se conecta, onde tudo se desprendende. Vamos navegar nesse Azul?
