Fechei a porta do quarto e sem perder tempo comecei a tirar sua roupa. Em menos de dois minutos Alex já estava completamente nu, então tirei meu sobretudo e deixei ele me secar com os olhos.
- Nossa Chels.. - ali, naquele instante, lude perceber as chamas presentes em seus olhos.
- Shhh! - o repreendi - Não se esqueça de quem você é Alex Backer; meu submisso. A partir de agora, você já sabe como tem que se comportar. - precisava repreende-lo, senão, em algum momento, ele poderia querer transgredir regras e ultrapassar os limites que nos envolve.
- Sim, Senhora. - Alex ajoelhou-se na minha frente, e eu me retirei para escolher o que usaríamos naquela noite.
No quarto havia uma Cruz de Santo André, uma parede com os mais variados tipos de chicotes, coleiras, clips, pesos, bolas, etc. - Então sub, eu não perco o meu tempo explicando o que eu quero fazer, mas como você é um novato - sorri com arrogância - vou te dizer. Hoje nós vamos praticar algo muito, muito, muito prazeroso. Vamos praticar um CBT - ele me olhou com uma expressão de desentendido, um menininho que acaba de ouvir que papai noel não existe, estando com seu presente de natal em mãos; apenas uma criança perdida. Expliquei: - Tortura de Bola e Pau. Mas se fosse apenas isso seria muito pouco para o meu prazer, não é mesmo, Backer?! - olhei dentro de seus olhos, esperando que ele entendesse que o que aconteceria ali, era para que eu fosse satisfeita, que pudéssemos ambos curtir tudo o que o sexo era capaz de oferecer.
- Sim, Senhora. - entenda Alex, por favor!
- Venha. - ele se levantou e me seguiu. Você está vendo essa cruz? Vamos te amarrar aí. Percebi que ele iria dizer algo, mas antes que o fizesse, calei-o - Quieto, sub. Se tentar falar algo mais uma vez sem minha ordem, terei de castiga-lo.
Alex fez tudo o que mandei, então eu o prendi no aparelho. Depois disso, fui até a parede com os materiais e peguei alguns clipes com pesos, além de um cinto de castidade. Isso nos daria alguma diversão essa noite. Voltei para ele e vi sua cara de espanto.
- Eu vou prender essas coisas em você, confia em mim? - ele concordou - Não tem como se desprender daí, e não tem como tirar o que coloquei em você. Se estiver sentindo dor, lembre-se que ela é um dos meios de se chegar ao prazer, Backer. Lembre-se também que todos que estão ali fora podem nos ver, e eles estão liberados a entrar aqui e participar.
Fui até o som e pus músicas eróticas que eram como hinos para esse tipo de situação; o clima tornara-se mais denso, o ar palpável com todo o tesão preso no local, a melodia enaltecendo nossos corpos e, assim, comecei a tortura. Peguei um gato de nove caudas e me aproximei dele. - Sub, você tem que se lembrar que é meu, minha posse, ouviu bem? - bati em suas costelas. Alex arfou de dor, contraindo-se para longe de mim.
Lentamente beijei sua boca, seu pescoço, seu peitoral e onde eu havia batido. Parei na sua frente, apenas de lingerie, o que pelo que pude ver de soslaio, atraiu a atenção de três pessoas que estavam fora da sala. Alex me comia com os olhos, e impulsionava seu corpo para frente, tentando diminuir a distância entre nós. Excitado, ele estava torturando a si mesmo; ao ter seu membro rijo, o cinto de castidade e o peso em seus testículos lhe causavam dor, e ele gemia.
Menos de um minuto depois, adentraram no quarto duas mulheres e um homem. Porém, ele não era qualquer homem, o que mais que me espantou, me deu uma onda de prazer obscura.
- O que são? - eu perguntei mantendo meus olhos em Alex.
O homem me respondeu: - Subs e Dom.
- Ótimo. - me virei e fui me aproximando do dominador e sem barreiras, o beijei. Que bom, uma prática envolvendo ciúmes para aquecer esta noite. Voltei a olhar para Alex e pude ver seu rosto furioso ao ver o que estávamos fazendo. - É sempre bom te ver, Trent.
- Digo o mesmo, Senhora. - nós rimos.
Dei a liberdade a Trent para prender uma de suas submissas juntamente com Alex, colocando-o por trás da garota. Isso deixou as coisas ainda mais excitantes.
A outra menina ficaria a nossa disposição, para que pudéssemos torturar os que estavam presos, e para que nós mesmos chegássemos ao prazer.
Eu, Trent e a outra submissa fizemos um ménage a trois, do tipo clássico, onde a prendemos em uma barra de extensão e ele a puniu, enquanto eu sugava seu clitóris.
Lambia os lábios da garota e via o quanto Alex estava excitado.
- Chels.. Chels.. - ele gemia.
Trent largou a submissa e veio me satisfazer.
- Gata, estou liberado? - ele sussurrou por trás em meu ouvido, enquanto inseria dois dedos na minha vagina.
A submissa, seguindo nossas ordens, colocou um arnês, para esquentar um pouco as coisas.
- Por favor, Trent. - em um único movimento ele me colocou em um ângulo de noventa graus, torceu meu cabelo em sua mão e inseriu seu pênis no meu ânus.
A sub de Trent penetrou minha vagina com seu pênis artificial, e eu fui duplamente fodida.
- Oh, meu deus.. - gemia tão alto, mas ainda assim conseguia ouvir os gemidos de meu sub, que travava uma luta interna, mediante o que estava a sua frente.
Enquanto eu chegava a múltiplos orgasmos, Alex estava louco tentando se aliviar. Ele arqueava seu corpo para frente, tentando roçar seu membro na bunda da submissa, enquanto a piranha se esfregava nele. Porém, para tristeza deles, em nada adiantava. Seus olhos estavam cheios de desejo, apenas por mim, apenas pelo que ele estava vendo eu fazer.
- Chega! - eu disse para o Dom e a Sub. - Eu quero ele! - Apontei para Alex.
Trent riu maliciosamente e me ajudou a soltar os dois da Cruz. Pegou suas duas submissas e passou a chicoteá-las, enquanto elas quase comiam seu pau com a boca, disputando entre si.
Com um desespero insano, tirei os aparatos do meu Sub, pulei em Alex e em seu colo mesmo, com ele me segurando enquanto estava em pé, tentando se equilibrar, cavalguei-o. Assim como eu, ele estava desesperado por mim, louco de vontade de me comer.
- Chels, por favor, não faz mais isso comigo! - ele sussurrava gemendo em meu ouvido, enquanto eu estraçalhava com seu pau em minha boceta molhada.
- Você é meu, Backer.
Depois de muitos orgasmos, por ambas as partes, e das mais variadas maneiras, resolvemos dar um pouco de privacidade para Trent e suas submissas começarem a noite de verdade, e saímos do quarto. Eu o levei até o corredor, e o prendi contra a parede, o beijando.
- Gostou? - sussurrei em seu pescoço.
- Você me deixou louco de tesão. Mas eu amei. - ele ria, safado.
- Vem, quero te levar a um último lugar, antes de irmos embora. - o arrastei até a escada naquele corredor e descemos mais um lance, até chegarmos a porta do salão. - Esse aqui é o salão público. Um espaço bem amplo, onde tudo é permitido, sem nenhuma barreira. - ele me olhava com expectativa - Nós só vamos fazer sexo oral aqui hoje, eu quero aliviar um pouco a dor que você ainda deve estar sentindo no seu pau. - nós ríamos maliciosamente.
Eu olhava para Alex enquanto ele absorvia tudo que estava acontecendo. No salão haviam em torno de cinquenta pessoas, tanto dominadores quanto submissos, dos mais variados tipos e com os mais variados fetiches. Percebi que ele ficou um pouco incomodado por estar ali, mas logo relaxou enquanto eu acariciava seu membro.
Sexo oral para terminar a noite. Ou melhor, para começar o dia, pois já passavam de uma da manhã.
Me restavam doze dias como dominadora de Alex Backer.
Restavam doze dias de submissão.
Nos restavam doze dias um com o outro.
Doze dias.
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DOMINADORA ( EM REVISÃO )
RomanceChelsea White, uma CEO decidida e poderosa propõe um acordo de trinta dias à Alex Backer, para que este consiga um emprego em sua empresa. Ele aceita, e ao concordar, Alex entra de cabeça no mundo da dominadora Chelsea. Mas este é apenas o começo. O...
