WILLIAM, O BIBLIOTECÁRIO

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-Bom dia filho, dormiu bem. Fala Dona Terezinha que me recebe com um beijo na testa quando entro na cozinha para tomar meu café da manhã.

- Graças à Deus sim, e ainda bem que to bem descansando, pois vou ter um dia super corrido. Respondi.

Terminado meu café seguir rumo ao meu estágio, passei quase uma hora no congestionamento dessa cidade, mas por muito pouco cheguei no horário, e fiquei aliviado, meu chefe é invocado com pontualidade. Faço estágio como analista financeiro em uma grande seguradora, estou no último semestre do curso de Ciências Econômicas. Minha vida nesses meses está um verdadeiro inferno, trabalho e faculdade estão sugando cada gota do meu tempo.

Minhas aulas como sempre foram pesadas, exercícios, apresentações de trabalhos, projetos, avaliações e o diabo à quatro. Um dos professores passou um trabalho que decido começar a fazer imediatamente. Andando pelos corredores encontrei alguns poucos colegas com quem fiquei conversando por um bom tempo, mas logo que me atentei para o horário me despedir deles e seguir rumo a biblioteca. Não costumo ir muito àquele lugar e talvez por isso tenha estranhado o fato dela estar um pouco vazia demais, não devia ter nem vinte pessoas ali, ou talvez fosse pelo horário afinal já era tarde. Passeando com os olhos pelas prateleiras procurava os livros com o assunto do trabalho, achei dois deles, me acomodei numa mesa e começei a fazer algumas anotações importantes, mas o outro livro contém muito mais informações que eu sabia ser bastante util para meu trabalho, porém não conseguir encontrar, então resolvi pedir uma orientação do bibliotecário, chegando ao balcão me encantei com àquele rapaz, branco, alto e esbelto, cabelos castanhos num corte social baixo, rosto com traços faciais marcantes e lindos olhos azuis de um tom clarinho. Jamais tinha visto ele antes, com toda certeza é funcionário novo.

- Hããm... Com licença voçê poderia me ajudar a encontrar o livro...
Falei depois que desfiz a cara de bocó.

- Ahhh! Esse livro estar numa estante mais ao fundo. A biblioteca está sendo reorganizada e muitos livros mudaram de posição. Ele respondeu cordialmente.

Conversamos mais alguns minutos e William, esse é o nome do bibliotecário bonitão, se ofereceu para me ajudar, e lá fomos nós para uma área vazia do local, rapidamente ele localizou o livro que eu queria e me entregou, e de forma ágil e destemida ele caminhou em minha direção, acabando com a pouca distância que havia entre nós, me prensando na prateleira de trás. Fiquei com medo não vou negar, hoje em dia tem cada maluco, mas ele apenas me olhou fixamente por segundos, e me beijou, seus lábios macios pressionavam os meus, sua língua molhada invadiu minha boca para se enroscar e chupar deliciosamente à minha, nossas salivas com gosto de menta passeavam entre nossos lábios ferozes, ele beija muito, mas muito bem.

- Gostei de voçê rapaz, qual seu nome. William perguntou lambendo meu pescoço.

- Marcello, e também gostei bastante de voçê. Falei já me entregando todo.

Depois de mais alguns beijos quentes e gostosos, voltamos para nossos assuntos, ele retomou seu serviço e eu fui pesquisar e fazer minhas anotações, e asim o tempo foi passando, William e eu vez ou outra nos olhávamos de esguelha com o desejo carnal injetado nas pupilas, não demorou nada para só restar nós dois ali, já estava na hora de fechar a biblioteca.

- E aí quer rebolar no meu cacete. Ele foi direto e reto.

- Opa, quero sim gostoso. Tava doidinho pra mamar ele mesmo, não me faço de rogado.

- Arruma suas coisas que eu vou fechar a biblioteca.

Enquanto ele se distanciava começei a guardar meus materiais. Quando já tinha tudo pronto, sou rapidamente e repentinamente envolvido por fortes braços, tomei o maior susto e começei a me esguelar pedindo socorro.

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