Capitulo 37

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Loving can hurt
Loving can hurt sometimes
But it's the only thing that I know
When it gets hard
You know it can get hard sometimes
It is the only thing that makes us feel alive

Acordo com alguém a mexer-me no cabelo e a cantar... Viro-me para o outro lado e fico em frente à pessoa, acabo então por ver que a meu lado se encontra o Calum a sorrir e o mesmo continua a cantar depois de se aperceber que já me encontro acordada.

We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Our hearts were never broken
And time's forever frozen still

So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet
You won't ever be alone
Wait for me to come home

Loving can heal
Loving can mend your soul
And it's the only thing that I know
I swear it will get easier
Remember that with every piece of ya
And it's the only thing we take with us when we die

We keep this love in this photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Our hearts were never broken
Time's forever frozen still

So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet
You won't ever be alone
And if you hurt me that's okay baby
Only words bleed
Inside these pages you just hold me

And I won't ever let you go
Wait for me to come home
Wait for me to come home
Wait for me to come home
Wait for me to come home

So you could fit me
Inside the necklace you got
When you were sixteen
Next to your heartbeat where I should be
Keep it deep within your soul

And if you hurt me
Well, that's okay baby
Only words bleed
Inside these pages you just hold me
And I won't ever let you go

When I'm away
I will remember how you kissed me
Under the lamppost back on 6th street
Hearing you whisper through the phone
Wait for me to come home

Quando ele acaba de cantar, junta os seus lábios nos meus, e estes logo se mexem em sintonia. O beijo fica cada vez mais intenso e quando nos falta o ar, o Calum encara-me e sorri de uma forma carinhosa e logo sinto necessidade de o puxar para mim e de o beijar outra vez. 
Sinto os seus lábios se separarem dos meus e colidirem com o meu pescoço, e nesse momento sinto um arrepio por todo o meu corpo. O Calum era meu e cada vez tinha mais certeza disso e estava feliz por este momento estar a acontecer, mas ao mesmo tempo estava com medo.

"Calum..." digo, reparando que a minha voz se encontra totalmente rouca.

O Calum afasta-se logo, senta-se na cama e fica a olhar para mim.

"Mia, desculpa... Eu..."

"Não... Não peças desculpa, eu... eu sei que queres..."

"Eu quero Mia, eu realmente quero... mas eu não te vou forçar a nada, espero que saibas disso."

"Calum, eu também quero." acabo por dizer "Mas tenho medo..."

"Mia, não precisas de ter medo, eu sou apenas teu, e eu nunca te iria magoar, nunca." ele aproxima-se e encara-me. "Mia, tu queres mesmo?"

"Sim, eu quero Calum... eu quero ser tua, apenas tua." ele aproxima-se ainda mais ficando apenas a milimetros de distância e eu sinto um arrepio por todo o meu corpo. "Mas agora tenho de me arranjar para ir para a escola." Afasto-me e acabo por me levantar da cama abrindo o meu armário e retirando peças de roupa ao calhas.

"Claro, não quero que te atrases por minha culpa..." ele sorri.

"Podias... hum... sei lá... virares-te para o outro lado, só para me vestir?" ele concorda e vira-se então para o lado oposto. "Como entraste aqui em casa, bebé?" disse enquanto me começava a vestir.

"Eu queria fazer-te uma surpresa e vim até tua casa, e a tua mãe como estava a sair deixou-me entrar." 

"Podes-te virar" ele vira-se para mim e fica-me a olhar de cima a baixo.

"És linda, Mia." levanta-se e vem na minha direção.

A cada passo que dá fica mais perto, e os nossos corpos estão cada vez mais juntos. Sinto algo dentro de mim fora de controlo, parece que todas as borboletas que estão dentro de mim explodiram assim que o seu corpo se colou ao meu e este beijou os meus lábios. Ele faz-me sentir coisas que nunca pensei sentir, quando estou com ele sinto-me bem, como se nada mais importasse a não ser ele, e eu tinha a certeza que aquilo era tudo tão verdadeiro e que eu queria sentir tudo aquele torbilhão de sentimentos por ele para sempre. Eu queria ficar a seu lado, eu queria ser sua, eu queria que ele fosse meu. Eu tinha a certeza que ele era tudo o que eu queria.

Ele separa-se de mim e entrelaça os seus dedos com os meus, conduzindo-me até à cozinha e obriga-me a tomar o meu pequeno-almoço, e assim o faço. Mal acabo de tomar o pequeno almoço vou fazer a minha higiene pessoal e vou logo ter com o Calum ao quarto, pegando na minha mala e saindo de casa com o meu namorando.
Ele leva-me até à paragem e fica à espera que eu entre no autocarro.

"Até logo, meu bem" ele diz, levando os seus lábios até à minha bochecha.

"Até logo, Calumzinho" sorrio para ele e ele acaba por retribuir o gesto de uma forma carinhosa.

Vou em direção ao autocarro, entrando no mesmo e sentando-me num banco qualquer à espera que chegue a paragem da escola.

Quando o autocarro finalmente para, saio com as maiores calmas e começo logo a procurar pelas minhas amigas, mas nem sinal delas.
O meu olhar encontra-se então com o do Diogo, que se encontrava a falar com uma rapariga, que por acaso é bastante bonita, mas quando me vê, ele diz-lhe qualquer coisa e vem ter comigo.

OLÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!

Espero que estejam a gostar da fic, vou ter mesmo de vos contar que já sei o final desta e até já o escrevi ahahah, e acreditem que chorei a escrevê-lo. Adiantei-me demais, porque ainda faltam assim alguns capitulos para acabar esta fic, mas eu sou mesmo assim!

Estava a pensar, como amanhã e dia 25 são dias que eu considero especiais, vou fazer double update, que acham? 

Beijocas, e espero que estejam a ter umas optimas férias e que as vossas notinhas tenham sido otimas :*

Mariana*

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