III

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Salul

"Aconteceu alguma coisa com a minha Holiday, Ferreira? "

"Não senhor! É que eu dei o cartão errado a senhorita atropelada e a mesma ligou dizendo que o senhor deixou uma carteira na casa dela"

"Caaaaaralho, meus cartões"

Desligo o celular e procuro um retorno, como não percebi essa carteira cair. Acho que hoje, realmente é o dia para nunca ter acordado, deveria permanecer naquele sonho erótico e não ter saído do quarto escuro, como chama a Constância, estaria me deliciando com aquele cheiro inebriante, aquela pele, a rebolada, puta que pariu, a rebolada, (risos), estou desejando uma mulher que a vi de costas e todos os homens presentes em uma confraternização da empresa, que assistiu ela mexendo o corpo com a dança do ventre e desde daquele dia, então não a tiro da mente, apesar de estar longe, foi inesquecível e agora os sonhos estão intensos, que me provoca sensações incontestáveis e uma rigidez no cacete que eu brigo como um adolescente até me sujar todo.

Chego de novo nas casas populares, agora a curiosidade deve ter aguçado a todos os moradores, devem estar se perguntando o que o dono dessa Hilux SW4 volta em menos de quarenta minutos que saiu da casa da desconhecida atropelada?

Chego e bato na porta e ouço somente a última palavra "delicia", fico sem entender, e percebendo a porta se abrindo, a vi molhada enrolada na toa... que maravilhosamente caí, em minha frente, fazendo meu corpo enrijecer, arrepiar, a boca salivar e os meus olhos admirarem a cada detalhe daquele corpo que exalava o pecado.

Ela fica estática por alguns segundos e meus olhos a seguia, tive a sensação que ela tremia ao ir em direção do balcão, ela não me convidou para entrar, mas não queria perder aquela visão, então, me adentrei e procurava um motivo para não sair de perto do que eu amei ver.

- Nunca viu uma mulher nua?

Não entendi o que ela falou, meus olhos não desgrudavam daquela buceta só queria entrar dentro dela, quem imaginou que debaixo de tanta roupa, teria esse corpo, pois quando a trouxe quase uma hora atrás, ela tinha muita roupa escondendo essa pintura tão natural, quanto a luz do sol.

-Aaaa- qui sua caaaar-tei-ra.

Sinto a pele dela ficar arrepiada e o meu cacete já doendo de tanto tesão. A última vez que estive com uma mulher foi a quatro anos atrás, a vagabunda era interesseira, não gostava de mim e sim do que eu proporcionava a ela.

Mas agora é diferente.

Sou extremamente impiedoso com que eu fodo, com tudo, agora não posso passar do limite, não quero mais um processo por agressão física e tentativa de estupro, sou homem que impero na arte de foder.

Avanço pra cima da desconhecida a encosto na parede, tentando não machuca-la no pescoço, percebi que está sem o colete, minha boca já chupava os grandes bicos dos seus seios e meus dedos brincavam deslizando na buceta ensopada somente pra mim, era incontrolável o desejo, enquanto eu esmagava seus seios, ela rebolava com os movimentos que meus dedos causavam-na, o meu cacete já estava minando, desci de vez e comecei a saborear aquele entrada melada e enfie meus dedos na sua boca pra ela saborear o líquido que produz.

Enquanto eu a abria com a língua, ela gemia e chupava os meus dedos, eu não sabia me controlar, o meu corpo não me obedecia, a minha desconhecida urrava segurando minha cabeça e rebolando na minha cara todo aquele mel, senti o peso nos meus ombros, eu estava de joelhos e inclinado sentindo ela reinando com os olhos fechados, a boca entre aberta, gemendo, entre os espasmos de ar, no ato sexual. Ao perceber que estava acabando de reinar sobre minha face, fui rápido e segurei uma perna e levantei fazendo melar por todo meu tronco e encostá-la na parede mais uma vez e juntos sentimos o gosto da sua buceta, com o beijo que ficou mais intenso e provocador. A minha mão apalpou o seio e ela apertou sobre minha calça, e quase inaudível no meu ouvido ela disse:

- Puta-Me.

Sentir uma corrente elétrica, meu cacete pulsava e a forma que pediu para ser fodida, me deixou mais excitado e em questão de milésimos de segundos, abrir o zíper da calça, pus o cacete pra fora e meti com força na cadela, fazendo-a segurar pelo meu pescoço, que ficou que nem um carrapato a cada estocada eu ouvia os gemidos, nunca fodi uma buceta tão quente, melada e apertada, andava pela casa com ela grudada em mim, nossos corpos tinham uma sintonia incrível, parece que já fodíamos a séculos, ela se ajeitou segurando meu pescoço, e eu entendi o recado, parei de andar e ela começou a quicar no meu cacete que estava alegre por não sentir cinco dedos o machucando e sim uma buceta de verdade sedenta, puta e cadela do jeito que gostamos, quanto mais ela quicava mas duro eu ficava, quando amoleceu um pouco, achei que tinha terminado, feliz de mim, veio ao meu ouvido e repetiu:

- Puta-Me.

A coloco no sofá, com cuidado ponho uma almofada para não machucar o pescoço e a puxo mais para fora do assento, seguro suas pernas e penetro levemente e com desejo, ela estremece segurando pela minha cabeça, me olhando com mais tesão, fazendo triplicar a vontade de não sair dali, as estocadas ficaram rápidas e ela fechava os olhos, segurava os seios, passava a língua nos lábios e eu alargava seu buraco, fiz menção de tirar a blusa que ainda estava vestido, ela não permitiu, parecia que estava concretizando uma fantasia ela totalmente nua e eu ainda com roupas, já estava quase gozando, então, fiquei sentado e pus ela ficar por cima, para sugar aqueles bicos, encaixou no meu cacete, fez uma cara safada, ela sabe foder com maestria, rebolava me fazendo de brinquedo dentro dela, a cada cavalgada meu cacete pulsava, ela esfregou os seios na minha cara, eu os chupei com raiva, mordia, lambia, e a cadela gemendo pedindo mais, essa mulher quer me enlouquecer, ela ficou de cócoras, que mulher demônio, a buceta ficou exposta para que olhasse o gozo escorrendo no meu cacete, eu gemia, ela dançava descendo e subindo levemente, que caralho gostoso que me proporcionou arrepios. Lembrei-me do preservativo, eu sei que estou limpo, contudo meu cacete me traía, estava amando aquela dança, a cadela abriu mais as pernas, aproveitei os últimos momentos, brincando com clitóris enquanto minha boca mamava um seio, assisti os corpos moles, suados, entregue aquele prazer insano, louco, sem cuidado, sem nome, somente o sexo falava por nós.

O dia não podia terminar de outra forma?

Será que vai dar caldo esse casal?

Seeeegura... Domingo que vem tem mais. Obrigada, meus fantasminhas 🌻👁️👁️🌹

 Obrigada, meus fantasminhas 🌻👁️👁️🌹

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Puta-Me. ( Concluído) Onde histórias criam vida. Descubra agora