Por mim, teria voltado a dormir, mais Giulia me arrastou par a um laboratório de um amigo, o que custaria vinte e quatro horas, ficou pronto em meia hora, fiquei na sala de espera ao lado de Giulia, meu coração trotava no peito, eu gravida? Como Vivian? Eu sentiria um bebe chutar e se mexer, me chamando de mãe, e correndo pela casa
- por que esta chorando?- Giulia enxugou minhas lagrimas
- estava pensando só isso
- Ellen Pompeo – uma moça chamou
- sou eu – levantei ela me entregou um envelope, abri e olhei, deu positivo, eu estava gravida, eu seria mãe, senti os braços de Giulia em volta de mim
- vou ser vovó
- vai – concordei
- você esta feliz?
- ainda não sei – confessei
- tudo bem
Giulia me levou para casa, eu não sabia afirmar, mais tinha quase certeza que sim, e que Giacomo ficaria mais ainda, quando chegamos consegui comer, era minha primeira refeição no dia, depois das três liguei para ele e combinei de ver ele no seu apartamento, queria que anna tivesse algo a falar sobre isso, imaginei qual seria seu pensamento “você descobre que o amor que tem por seus pais, pelo homem que ama, por sua família, por seus amigos, não e nada comparado ao que você sente pelo pequeno ser que esta crescendo dentro de si”.
Não era como dividir meu coração, mais como se ele tivesse inchado, ou duplicado para sustentar tanto amor, acho que essa a sensação que minha mãe tem, me refiro a Giulia, eu já amava meu filho ainda ali tão pequeno, isso me fez pensar também em Anni, ou melhor Estefani, eu jamais conseguiria deixar meu filho, queria saber por que ela me deixou.
- Ellen – Estefani sorriu ao me ver em sua porta
- podemos conversar?
- sim – ela me deixou entrar, vi Arthur sentado no sofá
- Arthur? – olhei sem entender
- Ellen – ele sorriu
- filha o Arthur e meu namorado – Estefani falou
- um, não me chama de filha – pedi – por que não me disso isso antes?
- não queria que você pensasse que poderia expor, só por minha causa
- eu estou pensando agora – confessei
- mais não e mesmo – Arthur falou – você e muito talentosa, você ouviu as pessoas, não da para se comprar todos, e por isso chamei Carlos, não queria lhe dizer que era tão boa, apenas por mim
- tudo bem, eu não tenho nada a ver com a vida de vocês
- eu vou deixar vocês conversarem – Arthur deu um selinho e Estefani e saiu
- por que me abandonou? – perguntei sem rodeios
- fui obrigada – ela falou
- como assim? – a olhei
- o Olavo me ameaçou – Estefani falou
- eu tenho que acreditar em você?
- não, mais e a verdade, na época eu era só uma moça pobre que conheceu as pessoas certas, e teve uma chance, foi quando conheci seu pai, não sabia que ele era casado, não mesmo, nos ficamos juntos por alguns meses, então descobri que estava gravida, primeiro ele odiou a ideia, mais depois ficou feliz, mais ai descobri que ele era casado, eu já estava com cinco meses, foi quando descobri que a Giulia era mulher dele, então Olavo me mandou procurar sua mãe, e dizer que tiraria você, ele sabia que ela nunca deixaria, ela sonhava em ter um filho, então ela me pediu, foi ai que entendi o que Olavo queria, ela sabia disso, Giulia cuidou de mim durante o resto da minha gravidez, eu disse para seu pai que não lhe daria, foi quando ele me ameaçou, disse que me mataria, mais você ficaria com ele e Giulia, eu não podia morrer, então você nasceu ainda fiquei com você por seis meses depois que nasceu, eu cantava para você, aquela canção, mas depois Olavo me fez ir embora.
- essa historia e sureal – falei – meu pai nunca mataria alguém
- você pode ter razão, mais eu não queria descobrir
- onde você esteve?
- em um outro estado, eu trabalhei muito para poder ter algo a lhe oferecer, então abri a galeria
- e sua? – perguntei setica
- sim, Arthur e meu sócio – ela falou
- por que mentiu tanto?
- eu tinha medo de você não me querer filha, de não me perdoar
- você me queria?
- muito meu amor – estafani pegou minha mao e me levou para o andar de cima da casa, abrindo uma porta, vi um quarto pintado de amarela, cheio de coisas, brinquedos, e roupinhas, de outra espoca, lindas, as toquei sentindo as lagrimas – eu comprava um presente para você, em seu aniversario, no natal, no dia das crianças, a cada data, eu pensei em você minha filha, a cada dia que fiquei longe nesses vinte e um anos
- e tudo para mim?- toquei nas coisas
- tudo – ela concordou
Olhei para Estefani, não tinha raiva dela, antes sim eu a odiava, mais a conheci como uma pessoas boa, e ela não quis me deixar, ou talvez fosse meu bebe que estivesse me deixando tão frágil, mais eu amava ela
- eu posso pedi um abraço para minha mãe? – murmurei chorando
- filha – Estefani me abraçou aninhei minha cabeça em seu peito, ela colocou suas mãos sobre minha cabeça – eu te amo
- eu te amo – falei para ela – mamãe – completei
- Deus obrigado por isso – ouvi sua voz embargada
- eu pensava que quando lhe conhece-se iria lhe odiar – falei
- eu também – ela sorriu e me puxou para a cama que havia no quarto
- eu estou gravida – falei
- eu vou ser avó? – Estefani perguntou emocionada
- vai – sorri
- obrigado filha
- eu não sei, e tudo meio complicado – comecei outro pensamento – você e minha mãe, mas a Giulia também é, isso não mudou
- e não vai, eu só quero estar perto
- vai, eu também quero, a Giulia falou que tenho direito de conhecer você
- Giulia sempre foi uma pessoa maravilhosa, apesar de ter sofrido, eu fiquei feliz por você ter ela, e ter crescido em um lar feliz, e com condições
- eu tenho que ir Anni – falei – desculpa e difícil chamar mãe
- pode me chamar assim – ela sorriu tocando meu rosto – não a presa
- vou encontrar com o Giacomo para contar
- ele ainda não sabe?
- não só você e a Giulia – falei
- então vá filha
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opostos e compostos
FanfictionEllen e so uma jovem que sempre teve de tudo, mas nunca teve um amor, sempre foi sonhadora, cheia de convicções e ideas, uma garota que aprendeu a ver o mundo atraves da lente de uma camera Giacomo tem tudo que um homem quer ter, beleza, charme e di...
