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Boa leitura! ♡
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Jungkook POV
Enquanto eu olhava alguns e-mails referentes a novos compradores, estranhamente começo a pensar naquele ômega que havia tido a audácia de me enfrentar. Ele realmete não é somente belo, mas também emana um cheiro viciante de rosas com pimenta. Eu sinceramente não sei como aquele garoto conseguiu me afetar para que eu chegasse no ponto de pensar nele em momentos aleatórios. Com certeza não deve ser algum tipo de sentimento importante, tenho certeza de quê isso deve ser somente uma atração carnal. Mas, mesmo assim, desejo me divertir ao máximo com este ômega.
Agora já está de noite, faltam alguns minutos para que eu possa sair do trabalho. Estou ansioso para ver o que aquele garoto havia preparado para mim. Para o bem dele, espero que seja no mínimo saboroso; do contrário, ele irá se arrepender amargamente. Antes que eu vá embora, meu sócio e melhor amigo, Kim Taehyung, entra na minha sala sem sequer ser anunciado pela secretária.
— Taehyung, você sabe perfeitamente que eu detesto quando entram em minha sala sem ao menos ser anunciado. — Digo de olhos fechados, demonstrando minha irritação.
— Ah, sinto muito, senhor Jungkook! Eu acho desnecessário que eu, como sócio, tenha que pedir permissão para alguém nesta empresa. — Sua fala vem com um ar de deboche enquanto se senta em uma cadeira.
— Está bem, agora diga logo o que quer. Não tenho a noite toda. — O olho impaciente.
— Sempre muito apressado... irei direto ao ponto: queria saber como foi a reunião com o contato que te passei. Ele é mesmo frio como dizem? — Ele diz entusiasmado.
— Não, ele não é frio. Mas mesmo que fosse, isso não me faz diferença, pois o que realmente desejo é obter mais lucro com os seus serviços.
— Então vejo que assinou o contrato. Agora não iremos ter tanta dor de cabeça com os impostos.
— Isso mesmo. Porém, antes de comemorarmos, eu decidi fazer um teste com ele. — Assim que digo isso, Taehyung me olha surpreso e confuso ao mesmo tempo.
— Um teste? E como será este teste?
— Eu irei entregar pedras brutas falsas para ele, quero ter certeza de que não serei roubado por ele e seus capangas.
— Jungkook, você de fato se acha muito esperto, mas o que está fazendo é tolice. É óbvio que ele não fará nada no primeiro serviço.
— Eu sei que não. Entretanto, sei que ele não vai deixar de conferir os produtos. Este teste consiste em apenas avisá-lo de que estou de olho, e não deixarei com que nada de errado aconteça com minhas mercadorias.
— É, agora entendi o que você planeja. Mas não acha que ele se sentirá ofendido com tal ato?
— Pouco me interessa como ele irá se sentir com isso. Apenas quero que ele esteja avisado.
— Ok... Agora, mudando de assunto, amanhã à noite irei passar em sua casa para resolvermos aquele assunto pendente. — Ele me olha usando um olhar cúmplice.
— Está bem, então estarei te esperando. Ah é, acabei me esquecendo de lhe contar, agora tenho um empregado fixo. Então desejo que você jante em minha casa. — Me levanto e pego minhas coisas para ir embora vendo Taehyung também se levantando para sair.
— Ah, veja só, finalmente encontrou o empregado certo. E como ele é? — Pergunta de maneira maliciosa.
— Não lhe direi. Quero que veja com seus próprios olhos. Agora tenho que ir, até logo. — Saio da sala.
Chego em casa por volta das oito horas, como eu havia avisado para Jimin. Vou até o meu quarto, deixando por lá os meus pertences relacionados ao trabalho e logo em seguida entro no banheiro apenas para molhar o rosto, pois eu realmente estava exausto. Foi um dia longo, cheio de reuniões e, além disso, fui importunado centenas de vezes pelos funcionários. Dá para compreender, pois mês que vem é o período em quê os compradores mais fazem pedidos. Porém, mesmo assim, me irrita o excesso de contato.
Agora me encontro descendo as escadas, indo em direção à sala de jantar. Vejo que na mesa já havia uma taça com um pouco de vinho. Me sento e bebo um pouco enquanto espero Jimin chegar com o prato. Um minuto depois, o ômega chega com um prato totalmente repugnante. Sabia que se tratava de um strogonoff. E quando olhei em seus olhos, dava para ver que ele achava que tinha feito algo incrível. Então, assim que dou a primeira garfada, sinto que todos os componentes do prato estavam gelados. Fico extremamente enfurecido, me levantando da cadeira e jogando tudo no chão, fazendo com que tudo se quebrasse.
— Como você ousa me servir comida congelada com este sorriso imundo estampado em seu rosto? — Grito com o mesmo, vendo ele abaixar a cabeça, demonstrando o quão assustado ele estava.
— E-eu sinto muito, senhor Jeon! Eu realmente não sei cozinhar, e pensei que fazendo isso o senhor não perceberia... — Ele diz isso quase sussurrando e com a voz trêmula.
— Você é tão repugnante, que não serve nem ao menos para descongelar uma comida.
— Se o senhor me deixasse falar, não estaríamos nesta situação. — Mesmo com medo, ele ainda consegue ser petulante comigo.
— É mais que sua obrigação saber cozinhar; afinal, você não passa de um ômega pobre que obviamente não tem condições de comer fora. — Assim que termino de falar, ele me olha incrédulo.
— Você não pode dizer tamanho absurdo para mim. Mesmo que eu seja seu empregado, ainda assim sou digno de respeito. — Quando ele diz isso, dou uma risada sarcástica, segurando seu queixo.
— Respeito, é? Como uma pessoa que foi expulsa de casa por desonrar a própria família tem coragem de exigir respeito para uma pessoa como eu? — Ele se assusta com o fato de que sei sobre sua vida, se afastando rapidamente. — Assustado? Pensou mesmo que eu não iria querer saber tudo sobre você? Não posso apenas o colocar dentro de minha casa; devo por obrigação saber quem se atreve a pisar nesta casa.
— Mesmo pesquisando tudo sobre a minha vida, não sabe nada sobre mim! Tanto, que me pediu para cozinhar, coisa que nunca me foi exigida! E outra coisa, eu não desonrei o nome de minha família, eu apenas estava vivendo, pois tenho esse direito. Não é minha culpa se meus pais não pensam da mesma maneira. — Ele diz me olhando com firmeza, parecendo não me temer mais.
— Não me interessa o que você ou seus pais pensam em relação a transar com qualquer um. O que realmente importa é a minha opinião. E, em minha opinião, você não passa de um depravado. Mas, em relação a não conhecer você, está certo. Eu de fato não sabia que não era capaz de cozinhar. Vejo que terei que contratar alguém para o jantar de amanhã. — Digo isso massageando minhas têmporas.
— Jantar? Irá trazer alguém importante?
— Isso não lhe diz respeito. Agora, como você já me irritou o suficiente por hoje, quero que vá para casa. Não quero olhar nem mais um minuto para sua cara.
— Mas nem nove horas são ainda... — Diz ele olhando para o relógio que se encontrava em seu pulso direito.
— NÃO ME ESCUTOU? VÁ PARA CASA! — Uso minha voz de alfa, fazendo ele se encolher, então ele apenas assente com a cabeça e sai correndo.
— E trate de chegar bem cedo amanhã!
• Notas finais •
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Até! ♡
VOCÊ ESTÁ LENDO
Prisoner Heart
RomansaA estória começa com Jimin, um ômega que estava à procura de um emprego por não querer viver às custas de seu melhor amigo, Kim Seokjin, o qual lhe ofereceu abrigo após ter sido expulso de casa. É durante sua procura que ele acaba se encontrando, de...
