VOLTEI! então gente, vou começar dedicando esse cap para a Nay pq ela foi a primeira pessoa que me pediu dedicatória e eu to indo por ordem.
enfim, o próximo capítulo está MUITO FODA e super cheio de revelações, ou seja, esperem com calma e moderação porque vocês vão aproveitar ele muito. ele tá longo gente, amosou.
sem mais enrolações
ask: cutenesslarry
tag: #asklarryshipper
tt: jadesajeitada
prestem atenção nas datas. se o cap não tiver uma data encima é porque é no mesmo dia, caso contrário haverá uma data.
boa leitura!
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18/04/2014
Os seres humanos têm muitas crenças diferentes, sejam elas vindas de religião ou simplesmente do próprio coração.
Uma crença muito discutida é sobre a vida após a morte. Será que realmente existia isso? Ou era apenas uma forma de nós nos confortarmos e não sentirmos medo de morrer?
Não seria novidade nenhuma dizer que o céu e o inferno são definições criadas exatamente para o medo de morrer não existir mais. Porém muitas pessoas já não acreditavam nisso, o que acarretou à confusão mental e também ao medo contínuo.
Também existem aquelas pessoas que não têm medo de morrer, mas sim da dor que poderá sentir ou não antes da morte. Nisso eles caracterizam a "morte perfeita", por mais que mortes não sejam lá muito agradáveis.
Harry é uma das pessoas que acreditam em vida após a morte, também acreditando que essa segunda vida pode ser consequência do que fizemos na primeira. Ou seja, tudo de ruim que você fez aqui, hoje, quando você renascer irá se virar contra você.
Não há muitos argumentos para tais assuntos pelo simples motivo de existirem pessoas controversas a ele, que não acreditam e ponto final. Olhando por um lado, elas estão certas. Como acreditar numa coisa que você nunca viu e, se ver, não poderá afirmar isso? É basicamente impossível.
Nos últimos dias, o cacheado tem pensado bastante sobre essas teorias porque, sendo sincero, ele estava sim com medo da morte.
A morte que o esperava seria lenta e dolorosa ou rápida e rude? Ele preferia pensar que seria rápida, pois o menino não queria olhar nos olhos de ninguém antes de finalizar sua vida na Terra.
Aquilo causaria uma dor imensa em sua alma, em seu espírito.
O menino, que antes estava sentado na escada de um prédio não usado no colégio, levantou-se e começou a ir até o andar superior.
Hoje era o dia da saída dele com Aaron. Porém o mesmo não conseguia chamar aquilo de encontro por mais que o outro insistisse que seria um.
Ele ao menos gosta de Aaron dessa forma para ter um encontro com ele, porém ele gostava do menino como amigo, então sairia com ele. Como amigos.
Por um lado, ele estava pensando em tentar algo para viver um pouco sua vida amorosa, já que iria morrer.
Em sua mente ele morreria.
Chegando no andar superior, o garoto encontrou várias salas "guardadas", por assim dizer, e todas elas abertas.
Olhando uma por uma enquanto andava pelo extenso corredor, ele pensava em tudo. Sua mãe, sua irmã. Seu pai.
Seu pai lhe ajudou bastante por toda a vida, mas, infelizmente, agora não tinha mais volta. Tudo por um ato insano e inconsciente de Styles.
Ele decidiu entrar na porta que dizia "sala de música", sabendo que, naquele momento, era a única coisa que precisava para se acalmar ao máximo.
Assim que entrou nela, encontrou instrumentos cobertos por plásticos e todos cheios de poeira. Era um sala de música antiga, provavelmente usada por alunos que estudaram ali há alguns ano, isso pelo fato de que ele frequentava uma sala de música no outro prédio e, até então, só conhecia aquela. Seria certeza que sua asma atacaria, mas ele não ligava, ele queria apenas se livrar do desconforto que levava consigo.
Harry tirou o plástico de uma poltrona e, com um paninho e álcool que achou no banheiro de lá, limpou o mesmo.
Olhando em volta, ele tirou a conclusão de que guardavam os instrumentos na sala, como fazem hoje em dia, mas, pelo jeito, esqueceram de devolver aqueles aos devidos donos.
Ele até que ficou sentado ali por um tempo, mas a curiosidade foi maior e o mesmo foi passando pelo os instrumentos, lendo cada nome ali.
O menino parou quando se deparou com três nomes conhecidos ali, porém apenas dois sendo estranhos para ele.
Aaron, Stan e Louis Tomlinson. Todos sabiam que Aaron tinha repetido várias vezes na escola, então ele ter usado aquela sala era bem provável, sem contar que Harry não sabia há quanto tempo não usavam aquela sala exatamente.
Já Louis e Stan eram novidade para ele. Desde quando Louis havia estudado num colégio de NY? Ele morava em Londres, afinal. E Stan? Ele não tinha apenas dezessete, como sempre dizia?
Aquela história estava muito mal contada.
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até mais
xx, Gio
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Deep Web (Larry Stylinson AU)
RastgeleVeja bem o chão por onde passa; os locais nos quais você toca; mas, principalmente, não clique onde não deve.
