Capítulo 4: O líder

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Bom dia, boa tarde, boa noite!
Passando só pra dizer que o recado da vez é que o Win é aquele tatuado tá, como descrito pelo Bright no capítulo anterior.
Oh glória, é só isso mesmo.
Boa leitura! 🦋

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Point of view: Metawin

A noite de ontem não saia da minha cabeça, o garoto de ontem não saia da minha cabeça! Eu não entendia o que estava se passando comigo. Era pra ser só mais uma noite com uma foda gostosa, sem sentimentos, apenas prazer. Mas algo naquele homem me fez ficar gamado com ele no pensamento o dia todo.

Lembro de quando o vi ontem, sentando no balcão, ele era um homem muito bonito, fiquei fitando ele de longe até que me aproximei e me aproveitei de seu corpo a noite toda, alguém deve ter acordado dolorido hoje, que delícia. Bom, sei que ele não era virgem e nem de menor, se não era mais um motivo pra polícia ficar no meu pé, mais do que já fazia.

- Win, temos um carregamento pra chegar hoje a tarde. - Nani falava comigo me tirando de meus pensamentos. - Marquei pra 15:00 mas temos que chegar com antecedência.

- Ok. - Será que eu o veria de novo? Como será que ele amanheceu? Será que ele frequentava aquela boate? Uma série de perguntas sem respostas me vieram a mente, eu nem se quer sabia seu nome, o que me faz pensar, qual será o nome dele?

Me assustei quando Nani me bateu no braço, de novo me tirando de minhas indagações.

- Win o que você tem? Está estranho desde de manhã.

- Eu... Não é nada, acho que bebi demais ontem, só isso.

- Tem certeza? Sabe que pode me contar tudo né?- Nani era meu braço direito, eu tinha total confiança nele, quase o chamaria de amigo.

- Tenho, tá tudo bem, não se preocupe, acha que consegue buscar o carregamento sem mim dessa vez? Tenho que resolver uma coisa.

- Ué, você sempre vai nos carregamentos.

- Dessa vez não. Faça isso por mim ok? Sei que você consegue.

- Tá certo, eu vou indo então, quero chegar antes da entrega. Tchau.

- Ok, tchau. - Ele saio fechando a porta da minha sala. Agora eu podia pensar em paz.

Comandar a maior gangue do tráfico organizado de armas de Bangkok era difícil. A polícia estava no meu pé a meses, mas esses incompetentes nunca conseguiram me pegar, isso graças ao meu esconderijo que foi muito bem escolhido por mim e até agora estava me servindo bem. Eu morava em um casarão enorme, cheio de capangas armados, o que era pra ser um orfanato era o início de uma grande organização criminosa. E a polícia nunca duvidou de nada, me acho superior por causa disso? Sim.

Aquele garoto veio de novo aos meus pensamentos, acabou que eu realmente queria vê-lo de novo. Mas como? Eu nunca tive essa vontade estranha de querer manter contato com alguém com quem tinha uma boa foda por diversão, estava começando a me estranhar.

Transar com ele foi algo, novo. Em meus 27 anos, eu já venho de muitas experiências com homens e mulheres, mas ninguém foi igual a ele, aquele rostinho tesudo, o qual me lembro de ter dado alguns tapas ontem enquanto ele gemia pra mim, ele definitivamente, não saia da minha cabeça. Maldição. Sobre ele ser um homem? Por mim ok, gênero nunca foi um problema pra mim. Me dando prazer e me fazendo gozar bem gostoso, pra mim estava bom. E aquele garoto conseguiu isso, e mais de uma vez.

Chega, preciso encontrá-lo, mas como vou fazer essa merda? Não deve ser tão difícil. Liguei pro meu investigador particular, eu tenho sim meu contatos.

- Alô.

- Alô, Frank quero que você descubra informações pra mim.

- Certo chefe, quem é dessa vez?

- Então... Eu... - um minuto de silêncio - não sei o nome dele.

- O chefe não gosta de facilitar pro meu lado né...

- Ei, eu sei que você consegue tudo, e você também sabe que se me conseguir informações de quem eu quero vai ser bem recompensado por isso não sabe?

- Ok chefe, me dê mais detalhes.

Contei tudo a ele e esperei ansioso. Depois de algumas horas resolvendo algumas questões meu telefone toca, era Frank.

- Alô, Frank, e aí?

- O nome dele é Bright Vachirawit Chivaaree - senti uma ponta de excitação ao ouvir seu nome - ele mora num apartamento no centro da cidade com um amigo. Ele trabalha numa lanchonete meio período de manhã e a noite. Quer as coordenadas exatas?

- Sim, agora.

Ele me informou tudo o que soube, Frank era muito bom no que fazia, encerramos a ligação com ele ficando satisfeito com sua conta bancária gorda e logo eu estava pensando se deveria ir ao encontro daquele cara ou não.

- Como ele vai reagir ao me ver?

Decidi ir e fazer uma pequena surpresa, queria muito vê-lo novamente. Para com essa merda Win. Decidi deixar pro momento e fui "trabalhar", Nani estava quase chegando e eu tinha que conferir se vieram todas as belezinhas que encomendei. Metralhadoras? Com certeza.

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Perdão por qualquer erro ortográfico.
Nos vemos em breve. 🛐
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