Capítulo 33: Por um tris

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N/A:
Oiii, a música acima é a música tema do meu segundo personagem favorito dessa história, o Joss.

Só queria avisar mesmo.

Boa leitura!

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Point of view: Bright

Sai correndo apressado pelos corredores do casarão. Não conseguia raciocinar direito, apenas queria ver Joss novamente e de preferência bem. Saber da possibilidade dele cair nas mãos de Win me deixou mais do que assustado. Estar com Joss era bom de certa forma, com ele recebi o carinho e o amor sincero. Ele me amava tanto que me pediu em casamento, estávamos noivos, e pra mim isso tudo não passava de uma grande brincadeira. Como pude ser tão cruel?

Um peso enorme caio sobre meus ombros. Eu estava tendo o maior peso na consciência nesse momento. Eu estava ficando praticamente desesperado.

Quando saí pra fora da grande casa vi o pátio vazio, não havia mesmo ninguém além de mim e Nani nesse lugar. Corri e saí pelo portão da frente. No lado de fora, Krist me esperava no carro.

— Está atrasado. — Disse ele ao me ver aproximar apressado e entrar no carro no banco de trás.

— Krist vamos. Rápido.

— Aconteceu alguma coisa?

— Acabei de descobrir que Win vai tentar fazer alguma coisa com Joss.

— Merda.

— Você trouxe o que eu te pedi?

— Está na sacola.

Vi ao meu lado uma sacola, dentro tinha uma roupa de gala, um terno rosa pra uma ocasião como aquele leilão de gente fina pro qual íamos agora. Só agora percebi que Krist estava todo bem vestido também. Ele ligou o carro e deu a partida.

Agora íamos rápido pelas ruas de Bangkok, Krist era um grande piloto. Gostava da adrenalina.

— Como foi no casarão? — Ele me pergunta sem tirar os olhos da estrada.

—  Você tinha razão. Ele me prendeu. — Admiti enquanto vestia minha roupa.

— Eu te falei. Estou com medo pelo Joss.

— Eu também.

— Bri, ele é inocente. Não teve culpa de nada nessa história. Joss é uma pessoa boa.

— Eu sei Krist, eu sei! Ninguém sente maior peso na consciência que eu nesse momento.

— A gente precisa ajudar ele.

— Não se preocupe Krist, vou livrar o Joss dessa. Mesmo que pra isso eu tenha que enfrentar Win.

— A propósito, como ficou a relação de vocês?

— Fodemos gostoso mais uma vez. O problema é que ele me quer como um objeto, não posso ter opinião própria e nem achar que ele está errado sobre nada. Eu não sou um objeto Krist.

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