Capítulo 8: O prazer é meu 🔞

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Point of view: Joss

Eu estava um pouco estressado. Vir pra Bangkok pra cuidar da empresa da família não estava nos meus planos, mas meu pai acha que tem que ter alguém do sangue no controle, ele não confia em muita gente.

Em meus 27 anos de vida eu já fui feliz, muito feliz na verdade. Eu amava Love, minha esposa. Ex-esposa no caso. Nos separamos quando descobri que ela ficava com outro rapaz mais jovem me traindo. Eu perdi meu chão, fiz de tudo por ela, eu estava realmente apaixonado, dei o mundo e ela simplismente jogou fora. Eu não acreditava mais no amor. Não quando pensei amar e ser amado quando tudo não passava de uma grande ilusão. Nunca mais me envolvi com ninguém. Estava a quase um ano de coração fechado.

Eu estava na lista de solteiros mais cobiçados do país, um homem bonito e rico, muito rico. A " Wayar delivery " era conhecida em todo país. A rede de lanchonetes era muito querida por todos os clientes. Estávamos no auge. Não só da fama, mas do financiamento também. Mas meu pai, ainda não se sentia satisfeito. E decidiu fazer um investimento.

Decidiu vender o colar da minha mãe, que morreu quando eu tinha 25 anos, o câncer é uma doença horrível e cruel. Depois de dois anos, meu pai decidiu empreender pra fazer mais dinheiro. O responsável por transformar aquele colar valioso de rubis em dinheiro fui eu. Acho que isso era o que mais me estressava. Organizar o evento, chamar convidados, ser simpático uma noite inteira com a nata da nata tailandesa. Era muita coisa pra minha cabeça. Eu estava realmente estressado com tudo isso.

Eu estava no estacionamento da empresa chegando perto do meu carro pra ir embora, estava apressado pra chegar em casa e descansar de mais um dia difícil, comandar uma empresa não era nada fácil, nada do que eu já não estivesse acostumado, mas não deixava de ser cansativo.

Em passo largos e a cabeça nos meus problemas, num ato rápido acabei esbarrando em alguém, vi a pobre pessoa cair no chão. Fiquei desesperado, foi um pequeno susto. Parei pra prestar assistência.

- Tudo bem com você?!

- Tudo. - Ele disse tentando se apoiar no chão pra se levantar. Peguei meu braço e coloquei no meu ombro pra ajudar a levantar. Não deu muito certo, eu era bem mais alto que ele. Então apenas o segurei pelo braço.

- Olha desculpa tá bom? Eu não queria te machucar.

- Tá... tudo bem. - Ele estava tímido, aparentemente assustado. Meu Buda, eu sou um monstro.

- Qual seu nome?

- Bright. - que nome bonito.

- Bright de que?

- Bright Vachirawit Chivaaree.

- Bom, Vachirawit. O que você está fazendo aqui? Não lembro de você na minha empresa. Você não trabalha aqui né?

- Não. Na verdade é meu amigo que trabalha aqui.

- Ah tá, veio vê-lo?

- Sim, ele pediu que eu visse buscar as chaves do nosso apartamento, estou trancado no lado de fora porque esqueci a minha. - vi o rapaz sorrir aparentemente sem jeito, parecia estar envergonhado.

- Ah vocês moram juntos. Ele é seu namorado?

- Não! Krist é como se fosse um irmão pra mim.

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