Já era noite. Olho no relógio 21 horas, eu não conseguia dormir. Me levanto sinto-me estranha. Tomo minha água e olho para casa do...Eu tenho que saber como ela vai chamar o bebê? Até isso ela não escolheu, isso é inadmissível, uma das coisas que uma mãe procura escolher é isso ela não fez. Queria que ele se chama-se Axel como o meu bebê que já se foi. Olho para a casa e encontra-se com a luz apagadas só do quarto dele meio acesa. Volto para a outra janela olho ao longe umas luzes, meu coração se enche de esperança será que é o Max? Vou até minha porta abro devagar e vejo a Porta do Enzo meio aberta. Passo lentamente e desço as escadas. Estava meio escuro me segurei firme para que não caísse. Respiro e uma lágrima desce. Me aproximo da porta e vejo os seguranças em alerta agora. Droga! Fico meio recuada e olho para eles.
Dou um grito que é interrompido por alguém ter tampado minha boca. De repente sou virada e encontro o Enzo que segurava minha boca e me exprimia na parede. Seu corpo estava muito quente e sua respiração acelerada.
-O que você faz aqui? O que estava pensando Lexia?
Seu telefone toca e ele com uma mão livre atende. Parece escutar bem a pessoa da outra linha. Seus olhos fixam em mim de tal forma que me faz temer. De repente ele me puxa rápido me levando para cima.
"Vamos pegue suas coisas mais importantes agora não temos tempo."
"O que estar acontecendo? Entro no meu quarto e começo colocar tudo na bolsa, pego o ursinho e logo Enzo entra pegando minha mão e descemos rápido."
"Pra onde estamos indo?"
"Temos que ir embora."
Meus pés travam com essa resposta. Enzo me olha sem entender.
"Eu não posso deixar o bebê ele precisa de mim ainda."
"Temos que ir agora, Lexia, para com isso porra!"
"Por favor Enzo eu te suplico deixa eu leva-lo, sei que Soraia não tem amor essa criança, não posso deixar nas mãos dela."
Vejo ele chamar seu segurança e pede para que traga a criança. Meu coração se enche de alegria.
"Obrigada!"
"Não abuse da bondade Lexia, pois irei cobrar se passar dos limites, agora vamos."
Eu acompanho e entramos no carro e logo vejo o bebê lindo. O segurança me entrega e eu a seguro, ele estar dormindo. O carro ganha velocidade pelas colinas atrás da casa. Ele pega seu celular e liga para Carmen que avisa que tem intrusos e que não apareça, fala que eu e o bebê estão com ele e logo desliga. Os seguranças estão nos seguindo. Logo em seguida escuto seu segurança a frente falar.
"Senhor os comparsas de Bergue eram eles."
"Droga! Idiota do caralho, eu sabia que ele iria ficar puto com o produto, agora quer bater as contas." Amanhã entreguem outra mercadoria de boa qualidade para ele. Não podemos arriscar vamos para casa dos meus pais. Vamos para a pista de pouso combinem com Jatinho para nos levar, os outros vão de carro.
"Sim senhor, pode deixar."
Ocarro ganha velocidade.
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Desejos obscuros
RomanceUma profunda e marcante história de Lexia. Uma mulher de 33 anos, madura e gênio forte. Trabalha com publicidade , mora só em seu apartamento, namora um cara a dois anos seu nome é: Lúcio mas parece não se enquadrar no seu tipo. Seus pais moram no i...
