Capítulo 34

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Lexia

Amanheço faço minha higiene, me visto e sigo para ver meu filho. Desço e um homem alto moreno já me aguardava.
Bom dia senhora me chamo Herberson vou levá-la ao seu destino. Entro e percebo que o motorista é o mesmo. O Luan não estar hoje, deve ter sido por ontem a discussão. Ao chegarmos vou ao encontro do meu pequeno que ainda dorme.
Margarida sai do banheiro e me avista. Tenho sorte por ela estar ao meu lado, junto com meu filho.
-Oi senhora Lexia?
-Bom dia. Como foi com ele ontem?
-Estava um pouco inquieto acho que estava com saudades da senhora.
-Margarida senhora, por favor, me chame por você pelo meu nome, não gosto disso , você é como minha segunda mãe, como uma avó pro Axel.
-Obrigada querida, você é especial como meu pequeno, sou feliz por ter vocês comigo.
Nos abraçamos e Axel acorda já me chamando ele percebe que já estou nesse horário, passou ser um reloginho. Tomamos nosso café na cozinha com Axel. Não queria ver Max, estava com meu ego ferido, não sou um robô e sim gente que nutre sentimentos. Logo depois de dar banho no pequeno e já lhe arrumar estava andando pro lado e outro mexendo em seus brinquedos.
-Brincar mamãe!
-Você quer ir pro jardim, pros brinquedos que seu papai comprou?
-Papai! Me surpreendo por ele falar a palavra da não dita, desde que chegamos.
-Só que logo percebo que não foi porque falei e sim por vê em seu quarto. Então me levanto e sigo para o guarda-roupa para tentar não vê-ló.
-Oi filho, um cheiro no papai, você aprendeu direitinho. Quer ir brincar enquanto não vou pro trabalho?
-Sim, bancar.
Eles então saem e segue para o jardim, meu coração estava acelerado, por ter tão perto. Sinto-me carente, saudades das nossas pegadas, de como me fazia enlouquecer com suas mãos. Até quando estaremos nessa situação?
Vou até a janela e a visto os dois brincado. Max estava sem blusa e estava com calça moletom azul marinho. Axel sorria por suas atitudes. Essa cena era o que eu almejei durante esse um ano longe dele. Pelo menos meu filho pode aproveitar seu pai, isso me basta. Não sou egoista mais desejaria muito sua atenção.
Max deve estar saindo com outra mulher ou aquela vaca da secretaria, é impossível, sempre foi ativo ao sexo. Volto a onde estou.
-Cena linda não é querida?
-Sim Margarida eu desejei muito isso.
-Sei que o ama, da pra ver o brilho dos seus olhos quando o  vê , seu jeito quando estar perto dele. Fico triste por não terem se acertado, acredito que vai passar e logo estarão se amando como faziam.
-Não sei, acho que ele tem outra.
-Por que  diz isso? Alguém falou ou você viu algo? Quer dizer...
-O quê foi Margarida, vi alguma coisa?
-Aquela ruiva de vez em quando aparece no final da tarde quando você vai em bora, ela fica no escritório com o patrão, deve ser coisa da sua empresa.
-Aquela puta do caralho, eu sabia que era ela. Desgraçado, que ódio me exige fidelidade por algo que não me deu. Eu não tive escolha, mais ele sim.
Quando voltou estava no banheiro chorando de ódio, não quero olhar na sua cara ordinária.
Passo a tarde no quarto com Axel até da hora de ir em bora, tenho que chegar cedo.
O motorista chega na hora combinada então dou beijos no meu filhote e Margarida fica com ele no colo despistando para que eu saíssem me vê.
Passo pela grande porta e avisto o carro a minha espera. Em seguida vejo o carro de Max chegando então me apresso para entrar no carro, não quero olhar na sua cara. Imaginar ele com aquela puta de quinta faz meu humor pros ares.
Ao chegar na casa já noto um carro e uma mulher, não duas com conversa para segurança da casa. Ao descer o segurança muda seu jeito ficando ereto, em um tom sério. Em seguida vejo a mulher se aproximar era a cabeleireira e a manicure tudo como Ryanna planejou. Meu celular toca e na tela estar a dita cuja.
-E aí já chegou em casa as meninas já foram para te deixar em impecável.
-Sim, elas já chegaram. Aponto para dizer que estou falando com ela.
-Fique linda , quero ver a cara do meu cunhado.
-Pois eu não quero ver, espero que ele tenha outros compromissos.
-O que você tem, o que tá rolando e eu não sei.
-Isso não importa, vou me arrumar se encontramos mais tarde.
As meninas se apresentam e Geise é a manicure e a cabeleireira seu nome é Dina, autêntica é engraçada.
Tomei meu banho depois que fui depilada também, estava para uma lua de mel. Mais não vou recusar, estava uma mata mesmo.
Já com roupão estava enfrente ao camarim da Ryanna, e a outra fazendo minha unha. Optei por um nude na mãe e nós pés. Dina estava fazendo meu cabelo prendeu um parte como trança e outro solto com ondas, estava lindo. Agora a parte da maquiagem, passou os minutos . Geise já havia terminado e Diana estava fazendo sua obra de arte no meu rosto. Então ela não deixa eu ver me levantou e seguimos para closet onde me ajudou a vestir e me calçou, agradeci de mais pelo seu jeito. Em seguida coloquei o brinco dourado e o bracelete . Meu perfume Good Girl.
-Eitaaa mulher você vai arrasar e deixar muito homem de pau duro, porque esse decote é de matar um querida.
-Você parece louca como Sônia minha amiga, ela com certeza iria amar você também.
-Há só se for de novo minha filha aquela ali pior do que eu.
-Sério! É porque...
-Eu sei , apesar de ser maquiadora sou amiga da Ryanna e sei da sua história, mas como você começou. Eu jamais pensei que Maximiliano pôde-se amar alguém, uma mulher, nem mesmo sua noiva aquela bicha imunda. Teve o que mereceu. Agora vamos deixar de tocar nisso , agora você vai curtir essa festa e vai arrasar e Maximiliano que se cuide, e trate logo de cuidar da sua mulher, porque se não vem um faz o serviço por ele.
-Obrigada Dina, espero que possamos nos encontrar para tomar um chá da tarde.
-Querida, olha para mim, tenho cara de chá da tarde, gosto de gelada e um churrasco.
-Então que seja isso eu, você, Ryanna e Sônia.
-Combinado, agora já vou.
-Obrigada .
Ela desapareceu e agora fui me ver no espelho. Quando mirei na imagem, me sinto outra mulher. Cara de mulher fatal. Estava esplêndida. Dina é uma profissional de mão cheia. Olhei no relógio estava já na hora de ir. Peguei minha bolsa dourada pequena no formato de coração. Em seguida caminho para descer. Então eu simplesmente travo no meio do degrau ao sentir um aroma masculino. Ergui e dei de frente com Luan irmão de Ryanna. Seus olhos seguiram minuciosamente para meu corpo, e logo mira meus olhos. Ele estava casual mais elegante, cabelo cortado e barba feita. Um sorriso malicioso foi dado no momento. Eu me sinto constrangida, por isso. Pensei que não o viria mais, depois de dias sem aparecer, estava tranquila, mais agora não me sinto confortável.
-Você é linda, mais agora está completamente admirável, impossível não apreciar sua beleza.
-Obrigada, mais não é para tanto. Cadê o motorista?
-Você vai comigo e outros atrás fazendo a nossa escolta.
-Posso ir com eles, não tem problema.
-Pra mim tem, você estar na minha responsabilidade e vai no meu carro e comigo. Por acaso estar querendo me evitar?
-Qual é o seu carro? Não querendo mais conversa.
Ele vai e sigo, claro o da frente lógico. Em seguida abre a porta para que entre e assim fiz. Seu carro uma Ferrari preto com aros dourados. O banco bem confortável e aroma seu estava ali. Coloco o sinto, fico quieta quando entra no carro. Agora me encontro só com ele que está parado sem ligar o carro e segura o volante e logo me observa com seus olhos intrigantes. Então liga o carro e sai em movimento, olho pelo espelho avisto os outros carros.
-Se você fosse minha mulher eu jamais deixaria sair perto de mim.
-Luan...
-Eu sei o que aconteceu com você, não tem porquê se culpar, você não teve escolha caralho. Dizer que é ruim ok, concordo , mais te punir te deixar livre, é um imbecil. Eu não largaria por nada.
-Talvez pense assim porque não sou sua mulher, se você seria outra história. Vocês da máfia não aceita traição.
-Então você se entregou para Enzo, porque quis?
-Claro que não .
-Viu. Eu sabendo-o quanto a minha mulher me ama, não duvidaria da sua lealdade.
-Eu não quero falar disso por favor.
-Tudo bem, só não se culpe.
Então seguimos em silêncio e vi seu olhar a mim de vez em quando.
E logo avistamos a boate. Nosso conversa não foi muito agradável, ainda bem que permaneceu calado durante a viagem, não tô afim, e nem lembra do que me aconteceu.
Ao chegar numa boate vem elegante como a dona o carro é parado. Luan olha para os lados conferindo se estava ok, como já vivi com mafiosos, mantive protocolo deles. Luan saiu com sua pistola nas costas logo cobriu com sua blusa. Em seguida abre a porta do meu lado para que saísse. Sua mão é direcionada a mim que aceito segurando. Sua mão é quente como um perigo, a minha estava gelada, causando um atrito pelas temperaturas. Saindo vejo os seguranças ao redor de Luan. Ele acena para que siga na frente, e assim fiz.
-Você não está facilitando pra mim e nem para esses babacas de merda.
Seu relato era pelo decote nas costas. Permaneci calada, e segui à frente, mais parei fazendo Luan colidir com meu corpo. Suas mãos tocaram minha cintura pelo meu ato.

Desejos obscurosHistórias para pegar e não largar. Descubra agora