Capítulo 12

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Hel

... Então me diga, por que eu diria alguma mentira para você, não consegue ver que estou perdido e fodidamente apaixonado? 

Apaixonado... 

Apaixonado...

Apaixonado...

Sam está apaixonado.

Por mim.

Samuel está apaixonado por mim.

E foda-se, talvez esse sentimento esteja tentando penetrar meu coração protegido por muralhas.

Muralhas essas que não me permitem sofrer mais, não me deixam fraquejar, mas que agora estão começando a serem derrubadas por esse maldito italiano e sua língua sexy.

Não percebo estou estou chorando copiosamente até Sam tocar meu rosto e limpar as lágrimas.

– Shiii, não chore, meu amor, por favor

– Me beija – Peço esfregando meus lábios nos seus. – Me beije, Sam. Preciso disso.

Não precisei pedir de novo, a boca dele veio de encontro á minha. Sua língua quente envolvendo a minha. As mãos fortes e possessivas apertando cada pedaço do meu corpo.

– Vamos embora, quero ir para casa – E pela primeira vez eu me referia a enorme casa a alguns quilômetros daqui.

Samuel se afasta de mim e me puxa até chegarmos ao carro. Ele abre a minha porta parecendo com pressa. Nervoso. Necessitado. Excitado. E eu estava do mesmo jeito.

Quando ele liga o carro e acelera correndo pelas ruas a nossa frente suas mãos nunca, nem mesmo por um segundo deixam de me tocar, seja os meus dedos, os fios do meu cabelo ou minhas coxas.

– Helena – Ele me chama tomando fôlego, parecendo alguém que acabou de correr uma maratona. – Tire a calcinha.

Seu pedido me pega de surpresa e de alguma forma faz com que a peça que cobre minha intimidade fique ainda mais encharcada. Não digo nada, apenas deslizo o tecido pequeno, fino e molhado pelas coxas e entrego a ele.

– Cazzo! Merda Helena, está tentando me matar, amor?  – Levando o tecido ao nariz ele aspira. Ml

– Pare o carro, Sam – Mando. A estrada está deserta e escura a ponto de ninguém conseguir nos ver caso passe por aqui.

– O que? Porque? – Pergunta confuso, mas faz o que digo 

– Porque, seu italiano maledetto, não vou conseguir esperar até chegarmos em casa – Imito seu sotaque saindo do carro e espero até que ele faça o mesmo. – Te quero aqui, agora, dentro de mim. Fundo e forte. Muito forte.

Em um momento Sam está caminhando até mim com um olhar sedento, e no outro sinto quando minhas roupas são erguidas e seu pau quente desliza facilmente para dentro de mim, até o fundo.

Nos dois gememos juntos e da melhor forma que a posição permitia Samuel entrava completamente e saía me provocando lentamente de uma forma agoniante.

– Sam, assim não, por favor – Imploro que inclinando mais para ele.

– Então me diz, Hel, como você quer que eu te foda? – Suas estocadas variam entre forte e profundo e lento.

– Com força, quero que me coma até que não tenhamos mais força para nada

Sam segura em meus cabelos puxando minha cabeça para trás e me beija fazendo com que eu fique ainda mais empinada em sua direção. A partir desse momento eu sei que nem um exército conseguiria nos parar, nós dois erámos um amontoado de roupas emboladas, suor e prazer. Sentir seu pênis pulsando dentro de mim fazia com que eu sentisse coisas além do tesão absurdo que percorria meu corpo.

La Mia Dea HelenaOnde histórias criam vida. Descubra agora