Capítulo 7

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Hel se levanta e analisa o quarto, ela começa a tirar a roupa me encarando e passa por mim entrando no banheiro, sem se preocupar em fechar a porta. Ouço o barulho do chuveiro sendo ligado e sorri, entro no banheiro e começo a escovar meus dentes, ela fez questão de deixar a porta do box aberta me dando a visão de seu corpo perfeito. Ela fecha o chuveiro e pega meu shampoo ensaboando os cabelos olhando para mim, seus mamilos estão rígidos e seu respiração descompassada.

– Vai entrar ou não? – Pergunta me encarando com um sorrisinho de lado.

Retiro minha calça a deixando no cesto de roupas e entro no chuveiro, Helena enxágua os cabelos e a espuma escorre em suas costas. A encosto na parede e beijo seus lábios com brutalidade, ela entrelaça os braços em meu pescoço e puxa meus cabelos levemente.

– Olha só – Ela diz se separando minimamente de mim. – Isso não significa que eu goste de você, entendeu?

– Você é quem manda, amor – Balanço a cabeça assentindo enquanto seguro uma risada.

Ela volta a me beijar e passa as pernas ao redor da minha cintura, a penetro de uma só vez a fazendo gemer alto. Solto um grunhido baixo sentindo sua boceta me esmagando.

Hel sussurra em meu ouvido pedindo por mais, seus gemidos baixos e sua voz suave me deixam completamente louco por ela. Estoco com força dentro da sua boceta arrancando gemidos cada vez mais altos de sua deliciosa boca.

– Sam, por favor – Ela choraminga arranhando minhas costas, beijo seu pescoço calmamente enquanto acerto seu ponto máximo de prazer. Hel grita se desmanchando em meus braços, preencho seu interior com minha porra e caminho para fora do banheiro sem sair de dentro dela.

Deito Helena na cama e sua respiração antes ofegante agora começa a se acalmar, saio um pouco de dentro dela só para voltar com ainda mais força. Seguro suas mãos na altura de sua cabeça e me movo dentro dela tocando um ponto que sei que irá enlouquece-la. Seus gemidos são como música para meus ouvidos, qualquer som que ela possa produzir aumenta ainda mais minha necessidade por ela. Seu interior me aperta e estoco repetidas vezes no mesmo local arrancando gemidos de súplica da parte dela. Quando percebo que seu orgasmo está próximo diminuo a velocidade e então aumento novamente.

Vê-la tão sedenta por mim, pelo que eu posso oferecer a ela é a melhor sensação de todas. Helena atinge o ponto máximo do seu prazer, mas não é o suficiente para mim.

– Eu não aguento mais, Sam – Sussurra tocando seu clitóris que pulsa a cada respiração. – Sensível demais.

Abro um sorriso com as ideias brotando em minha mente.

– Então vamos treinar essa boceta – Sussurro contra seu pescoço vendo todos seus pêlos se arrepiarem e sua boceta molhada se contrair envolta do meu pau – Porque, meu amor, eu não vou parar até que você desmaie de tanto prazer – Digo sorrindo contra a pele de seu pescoço. – E então quando acordar, vou fazer de novo e de novo. Até que você não consiga se mover sem me sentir dentro de você, entendeu?

Ela geme baixinho e balança a cabeça uma vez. Estoco com força dentro dela e belisco seu clitóris sensível fazendo-a gritar a plenos pulmões.

– Você me entendeu Helena?

– Eu quero, por favor. Preciso que você faça isso – O desejo é perceptível em cada silaba pronunciada por ela, implorando para que eu a estrague para qualquer outro homem.

– Então é exatamente isso que você terá meu amor

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Helena estava dormindo quando eu saí, acho que peguei pesado demais com ela ontem, não deixei que tivesse tempo de se recuperar dos orgasmos que lhe proporcionei. Ouvi-la gritar meu nome e pedir por mais a cada vez que gozava dentro dela fazia meu pau se endurecer no mesmo instante.

Passo no mercado e compro o que preciso para fazer o café da manhã de Hel e solto uma risada quando vejo um buque de tulipas roxas, imediatamente entro na pequena loja e peço o maior buque de tulipas roxas que eles puderem me dar. Quando volto para casa espalho as flores pela cama e seu corpo deixando uma bem no meio de suas pernas escondendo sua deliciosa e agora vermelha e inchada bucetinha.

Semântica.

Preparo seu café da manhã e ajeito tudo na bandeja antes de levar para o quarto, encontra-la deitada na minha cama totalmente nua é uma ótima visão. Hel é tão linda, forte, determinada e independente, eu a admiro profundamente por tudo o que conquistou.

Me aproximo da cama e deixo a bandeja ao lado dela, deslizo o dedo pelo seu rosto suavemente afastando alguns fios de cabelo. Circulo seus mamilos com os dedos e os sujo com vontade, esfregando a língua na parte sensível, vejo que ela arqueja baixinho, mas continua de olhos fechados. Beijo os biquinhos de seus seios e os sugo novamente descendo meus beijos pela sua barriga até sua boceta tampada pela tulipa. Esfrego as pétalas em sua fenda e sorrio ao perceber que ela está completamente molhada. Deslizo a língua para dentro do seu canal melado a fodendo, sua boceta se contrai e seu corpo estremece levemente. A safada está acordada, mas continua quietinha. Insiro um dedo dentro dela e aumento a velocidade das estocadas, pressiono seu clitóris com o dedão e ouço um gemido alto de sua parte.

– Diga o que você quer? – Ordeno, me afasto dela totalmente com exceção do meu dedo dentro dela se movendo preguiçosamente. – Implore pelo meu bom-dia, Hel

– Sam... não faz isso – Seu choramingo baixo me faz sorrir.

– Não quer que eu te foda com a minha língua? – Pergunto, e insiro mais um dedo dentro dela diminuindo a velocidade que os movo. – Não quer que eu te faça gozar com minha boca?

– Eu quero. Céus, como eu quero

– Então peça, me diga o quer que eu faça, amor?

– Me faça gozar, baby, quero gozar na sua boca

Escorrego o dedo ao redor de toda sua boceta e esfrego seu clitóris arrancando gemidos altos da minha garota sedenta por sexo. Sugo com certa força beijando e fodendo-a com minha língua, não demora muito para que ela se desmanche em minha boca. Continuo a chupando, prolongando a sensação e mordo levemente seu clitóris que pulsava pelo recente orgasmo.

– Bom dia – Dou um sorriso e aponto para a bandeja. – Acho que deve estar com fome, considerando os exercícios de ontem à noite.

– É algum tipo de tentativa de piada? – Ela questiona, franzindo o cenho e apontando para as dezenas de flores ao seu redor.

– Não me contive – Confesso. – A primeira coisa que pensei quando as vi, foi na sua bucetinha inchada e molhada. Depois de todo aquele sexo que fizemos – A empurro de leve fazendo-a se deitar na cama e pego uma das flores a aproximando de sua intimidade. – É de uma semelhança impressionante devo dizer.

Inspiro seu cheiro e levo a flor ao meu nariz sentindo o odor natural juntamente com a excitação de Hel que a molhou minutos atrás.

Ela faz uma careta e me empurra se sentando e cobrindo o corpo com o lençol, seus olhos caem sob minha calça de moletom com uma protuberância evidente.

A safada lambe os lábios encarando minha ereção.

– Já me trouxe o café, me comparou com umas plantas e mal consigo ficar sentada sem sentir meu corpo todo doer e minha boceta vazia sem o seu pau – Lhe lanço um sorriso mordaz e ela revira os olhos. – Deseja mais alguma coisa ou pode sair e me deixar em paz?

– Te espero lá na sala – Digo me levantando e saindo do nosso quarto.

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La Mia Dea HelenaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora