— Sisífo aquela é o nosso alvo. O nome dela é Wiris, é ela quem a gente estava procurando. — Disse Kerry apontando o dedo para a garota que possuía um dos fragmentos que precisávamos.
— Provavelmente ela não vai entregar a chave se pedirmos não é?
— Se você pedir com jeitinho ela te dá, confia. — Disse Kerry sorrindo pra mim.
Na verdade, eu acho que ela estava sendo um pouco sarcástica comigo.
Pâmela mandou que fossemos atrás da chave de bronze, essa chave não abre nenhuma porta ou gaveta, pois ela é um dos fragmentos que nós tanto estávamos atrás.
Eu fico me perguntando o que uma garota qualquer faz com uma coisa tão... importante assim.
Pensa comigo, são vários objetos (fragmentos) espalhados pelo mundo, certa combinação desses fragmentos pode desencadear até mesmo uma catástrofe fatal.
A criação desses objetos é bem duvidosa, eu não entendo o motivo de criarem vários objetos que podem causar grandes problemas, e deixarem nas mãos de pessoas comuns.
Na minha cabeça esses objetos deviam ser guardados em um castelo protegido por um dragão ou algo parecido.
Quem sabe quais os poderes um indivíduo pode adquirir com todos os fragmentos, mas também quem sabe o que todos esses pedaços podem libertar.
Esses fragmentos guardam muitos segredos, é impossível dizer o que de fato esses fragmentos escondem, mas desde a sua criação, esses objetos serviram pra aprisionar e selar qualquer poder ou entidade existente.
Pois bem, seguido a história porque o autor está sem tempo.
— Sisífo, o que a gente faz?
— O que você acha?
— Sisífo, por quê tu sempre responde a minha pergunta com outra pergunta?
— E por qual motivo eu deveria responder uma pergunta óbvia?
— Tá vendo! Tu sempre faz isso! — Disse Kerry com fogo nos olhos.
— Tá bom, tá bom, eu estava apenas implicando com você, tenha calma.
Enquanto a gente conversava o nosso alvo começava a andar, iríamos arrancar à força a chave de bronze dela.
Não ia ter outra solução mesmo.
Eu acreditava que não havia nenhum assassino ou qualquer ser que pode-se representar perigo, pois onde estávamos era uma cidade calma e não vi nada fora do comum.
Então resolvemos atacar a Wiris que estava com a chave.
Ela carregava a chave de bronze bem despreocupada, ela ficava pendurada na cintura e qualquer um podia roubar dela facilmente.
Pedi pra Kerry pedir educadamente pra moça entregar a chave pra tudo acabar bem e todo mundo sair feliz, mas eu não sei o motivo dessas coisas nunca darem certo.
A moça recusou nos entregar, e disse que se quiséssemos a chave teriam que a matar primeiro.
Foi até engraçado quando a moça falou isso pra gente, sabe por quê? Porque quando ela falou isso a Kerry virou pra mim, tombou a cabeça um pouco, deu um sorriso e levantou as mãos fazendo um gesto tipo “Não tem jeito”.
Bom, como não teve jeito, a Kerry teve que lutar contra Wiris.
Rapaz, olha eu pensava que a moça ia ter chance contra a Kerry. Na minha cabeça eu pensei “Ela tá desafiando a Kerry pra uma luta certamente ela é poderosa”.

VOCÊ ESTÁ LENDO
Rosas Assassinas
Viễn tưởngO que você procura? Asdaen di Minerva. Mas o quê realmente importa? Existe um sentido para tudo isso? Buscar alguém, tentar viver, encontrar respostas? Isso me parece um tanto tedioso.