O sorriso dela se espalhava pela boca como um raio de sol se espalha dentro de um quarto pela manhã. Não estava a espera de uma reação tão grandiosa. Era só sexo ne?
De canto ela começou a fazer um rabo de cavalo perfeitamente sem nenhum fio fora do lugar e bem firme. Se sentou na ponta da cama e me olhou intensamente pensando no que falaria ou faria.
-Você se sente bem?
-Sim. Por que não me sentiria?
-Você está pálido - ela riu -
-É só uma impressão sua - sorri - Estou avaliando as minhas oportunidades e o que posso começar a fazer.
-Que tal eu começar?
-Até aqui dando as ordens? Achei que eu que mandava aqui dentro destas quatro paredes - minha voz saiu rouca -
-Pode ser, mas quero te deixar mais a vontade relaxado. Vai por mim você vai gostar.
-Ta bem - suspirei -
-Vai para aquela poltrona ali no canto - ela apontou com o dedo para uma grande poltrona de couro no canto direito do cômodo -
Me dirigi para lá e me sentei como ela disse.
-Confia em mim - a voz saiu manhosa -
-Sim.
-Vou colocar uma venda em você tudo bem?
-Sim.
Quando tinha a venda nos olhos meus outros sentidos se aguçam, parecia que estava sentindo tudo mais intenso .
Ouvi a rolha de uma garrafa ser aberta, o barulho do gelo sendo colocado em uma taça e a bebida borbulhando.
Champanhe.
Pensei. E dei um pequeno sorriso ao lembrar da festa de ação de graças a poucas semanas.
Senti a bebida ser derramada contra o meu ombro e a sua língua ardilosa passear sugando todo o líquido. Senti o gelo sendo passado pelo o meu peitoral fazendo um caminho sinuoso até o coz da minha boxer. Ela parou e voltou com beijos molhados pelo o meu pescoço, com mordidela pelo lóbulo da minha orelha. Enquanto puxava de leve os finos fios dos meus cabelos.
-Você é a coisa mais deliciosa no mundo que eu poderia provar- ela sussurrou - Você não sabe o quanto és desejoso.
Senti o roçar de leve da taça na minha boca abri lentamente enquanto o champanhe fazia cócegas na minha língua. Estourando em pequenas bolhas enquanto descia pela a minha garganta desejando saber logo o gosto dela.
-Eu disse que séria bom. Te ajudou a relaxar?
-Sim.
Ela retirou a venda então eu pude a olhar mais uma vez. No dia do hotel mal tive tempo de contemplar o corpo maravilhoso que ela tem. Nunca reparei nisto, mas seu corpo era bastante curvilíneo, digamos que ela tem o corpo ampulheta, ombros largos, enquanto sua cintura e fina dando lugar ao grande par de coxas e nádegas. Tudo na medida certa a média perfeita. Lambi os lábios. Se eu fosse morrer pelo menos iria para o inferno feliz.
-Bom se eu não tenho mais o que fazer, sou toda sua - ela disse voltando para o seu lugar em cima da cama -
-Eu tenho tantas coisas a experimentar hoje, com você. Não sei por onde ei de começar - coçava o queixo -
Ela me olhava curiosa como uma criança travessa que aprontou algo é espera que os pais vejam a bagunça que ela criou.
-Deite-se.
Ela obedeceu rapidamente. Andei até uma cômoda e olhei as gavetas, tirei de lá um par de algemas acolchoadas com pelinhos, comecei um caminho lento, da ponta dos seus dedos do pé até a sua orelha.
VOCÊ ESTÁ LENDO
O Assistente Dominador.
RomanceDe passados traumáticos, um jovem assistente com um passado assombroso que nunca o deixa esquecer as marcas de seu passado, uma chefe que e extremamente durona mas por dentro de um muro de autoproteção se esconde uma jovem mulher que foi muito mal...
