De passados traumáticos, um jovem assistente com um passado assombroso que nunca o deixa esquecer as marcas de seu passado, uma chefe que e extremamente durona mas por dentro de um muro de autoproteção se esconde uma jovem mulher que foi muito mal...
- Não, ele ta dormindo. Sim eu o deixei dormindo. Nha ele está bem. Ta ta bom cuido bem dele – Riso - Tchau.
Ela veio até a cozinha carregando um monte de sacolas de compras e mal notou quando eu estava lá, tanto que levo um pequeno susto ao me ver sentado comendo em cima do balcão que dividia a cozinha.
- Ah ual...
- Bom dia - Disse sorrindo – Panquecas?
- Ah não obrigado, só vim deixar as compras aqui e vou tomar um banho e já desço. Estou quebrada, não dormi muito bem noite passada e me chamaram hoje bem cedo na empresa, preciso de um banho e uma roupa confortável.
Eu não podia deixar ela subir sem antes limpar a merda que deixe espalhada por lá.
- Toma café da manhã comigo? - Disse numa voz manhosa.-
- Necessito de um banho, sério Taylor. Estou exausta - Ela disse se dirigindo para a escada.-
Faça algo. Argh.
Num piscar de olhos eu estava no pé da escada a impedindo de subir.
- Ah Taylor, eu preciso subir para o meu quarto, pode me dar licença?
- Não.
- Por que não?
- Porque eu preciso saber qual o gosto dela.
- Que? Gosto del...
Não a deixei terminar e tomei sua boca. Seus lábios eram grossos e macios e tão suaves. Sua língua cedeu espaço invadindo a minha boca, ela puxou alguns cabelos da minha nuca que me fez rosnar alguns palavrões e deu algumas mordiscadas no meu lábio inferior. Fomos separados pela falta de ar.
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Ual. Mas que porra foi essa, estou parecendo um garoto de 10 anos que beijou pela primeira vez.
- Desculpa. Eu não sei o que deu em mim.
- Me desculpe também, perdi o juízo deixando isso ir longe demais. Agora se me da licença eu preciso realmente subir – Ela disse dando a volta em mim.-
- Ah claro.
Droga, droga, droga. Mil vezes droga. Pense em algo pense Taylor.
- Clara?
- Sim? – Ela parou no meio da escada e me olhou com o rosto corado.-
- Espera, também vou subir.
- Ah está bem.
Cheguei ao seu lado bem rápido, e quando chegamos ao corredor tratei de ficar ao seu lado esquerdo para que ela não notasse nada de diferente.
- E bom é seu quarto, está entregue madame – Ri.-
- Sério? – Ela me olhava com um misto de desconfiança e sarcasmo.-
- Brincadeira eu vim mesmo para pegar algo no meu quarto.
- Então está bom – Ela entrou em seu quarto meio desconfiada.-
Esperei escutar ela ligar o chuveiro e corri para ao lado da porta peguei o meu cartão e quando estava prestes a fechar a porta ela estava lá parada no meio do corredor me olhando perplexa.
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- Você...? O que faz aí?
- Bom, ah eu, hum. A porta estava aberta e eu bom fui fecha-la.
- Como ela estava aberta, sendo que só eu possuo a chave dela, e não me lembro de ter aberta ela? Você abriu?
- E-eu?
- Sim. Quem mais séria? Um fantasma? – Ela disse vindo em minha direção, me perdendo contra a parede.-
- Não. Bom escutei alguns barulhos ontem e...
- E? – Ela estava tão perto que se eu me inclinasse podia tocar seus lábios novamente.-
- Ta bom. Fui eu que tentei abri a porta, queria saber o que tinha lá dentro.
- Okay. Me espere na sala, e feche a porta. – Ela volta para o quarto e eu fiquei sem entender nada.-
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Nota da autora: Sim foi pequeno,maaas eu n quero mostra o segredo agora. Então calma e paciência pq Deus n criou o mundo em 1 dia só.Bjs