Capítulo 3

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- O que me dizer Taylor? É coisa para o trabalho também.

- Se e para o trabalho tudo bem, mas eu nem trouxe roupas.

-Tudo bem eu posso pedir ao Tayrone que compre algumas para você.– Ela deu de ombros.-

- Quem é Tayrone?

- Meu motorista particular.

- Hum. Tudo bem, mas pago-lhe assim que receber.

- Deixa de ser bobo. É um presente pela ajuda extra, eu nem poderia estar te pedindo um favor desses.

- Empregados são para isso.– Dou um sorriso.-

- Ah você não sabe como estou agradecida por essa grande ajuda.– Ela me deu um abraço.-

De repente vejo que alguém acordou lá em baixo.

Espero que ela não perceba que estou duro com um simples abraço. O que ela vai pensar de mim? Que sou um tarado, um pervertido?

- Ah sim, claro. Tudo para ajudar a minha chefe e a empresa.– Me distancio um pouco, e me sento em uma poltrona cruzando as pernas.-

- Bom, como está tudo de acordo, vou ligar para Tayrone que pegue algumas coisas para você e deixei o carro pronto. Sairemos mais cedo, temos muito que trabalhar.– Ela pisca para mim e se senta em sua mesa, e liga para o tal Tayrone.-

O dia vai ser cheio...

Algumas horas depois...

Estava exausto. Carreguei varias pilhas de folhas para o RH e para a sala de Clara. Nunca vi tantas empresas querendo ser sócia da Star Seattle, e algumas com altas proposta de compras, aquilo daria para pagar umas vinte vidas minha.
                                                                        Logo depois desse mar de folhas fiquei encarregado de anotar as suas reuniões para a próxima semana, e seus encontros com os investidores do Brasil, Japão, e Inglaterra, juntamente com algumas organizações que tem projetos na África. Tão bonito da parte dela investir em coisas que as pessoas falam que nunca vão da certo, e quando ela fala que vai ajudar aparecem todos querendo investir juntamente a ela. Como Júlia disse é até meio legal.

De repente um senhor alto e com os cabelos grisalhos me chamou, me tirando dos meus pensamentos.

-Senhor Lautner?– Ele me olhava de cima a baixo me medindo.-

-Sou eu.

-Tayrone.– ele estendeu a mão para que eu o cumprimentasse.- A Sta. Avery me pediu para entregar a suas roupas, e sapatos. - Ele estendeu umas cinco sacolas.– E o carro já está pronto.  Isso é tudo.– Ele diz se retirando antes que eu pudesse argumentar algo, ou ao menos responder ao cumprimento.-

- O tempo é algo valioso aqui.– disse comigo mesmo.-

Depois de organizar tudo, voltei para a sala da Clara.

- Que bom. Vejo que Tayrone já entregou a minha encomenda.- Ela dizia animada.-

- Senho...Quero dizer Clara, para que tantas roupas? Só precisava apenas de um terno limpo, já estaria de grande serventia.

- Gosto de agradar os meus funcionários. Se não for para ser coisa boa e em exagero eu nem presenteio.– ela da uma risada que fez meu corpo vibrar.-

De novo não...Amiguinho abaixa aí. Onde já se viu estou discutindo com o meu pau.

- Mas mesmo assim é muito.– Dou uma risada.– Mas obrigado. Ah Tayrone me pediu para avisar que o carro já está pronto.

O Assistente Dominador.Onde histórias criam vida. Descubra agora