....continuação
Camila foi liberada por volta de 03:40, o médico pediu para deixar ela no sogro mais um pouco, a mesma queixava de dor. Ela ficaria com esse gesso por duas semanas e voltaria para ver se era necessário trocar ou retirar.
Acabei oferecendo para levar ela, Sinuh tinha compromisso de trabalho cedo e Normani a mandei descansar.
Ajudei ela a se vestir com uma roupa limpa após o banho e uma enfermeira ajudou a levar ela para o estacionamento na cadeira de rodas.
- Antes de levar você, vamos na farmácia - Falo entrando no carro, a latina solta um som nasal confirmando.
- Vou ficar no meu apartamento? - Pergunta após um longo tempo em silêncio. Camila estava meia molenga por conta dos antibióticos fortes.
- Pode ficar no meu se quiser, lá tem a dona Beth e Martines para distrair você durante esses dias - Falo. Paro o carro no sinal vermelho, estico meu corpo dando um beijo na bochecha da latina.
- Não lembra, por favor - Murmura com uma voz de bebê. Volto a posição normal andando com o carro - Eu posso trabalhar de casa?
- Bom...acho que sim. Só não fazer muito esforço - Estaciono o carro na vaga da farmácia. Pego meus óculos escuros no porta luvas e ponho no rosto - Vai ir?
- Tô molenga demais, te espero aqui - Selo nossos lábios rápido e saio do carro com a carteira em mãos com as receitas.
A lista não era tão grande, era uns analgésicos, aproveitei e comprei umas aspiras para casa e um chocolate para a latina.
Seguimos para o apartamento de Camila a pedido dela, por Normani está em casa ela queria ficar lá e na segunda ia para minha casa. A latina logo chegou e disse que dormiria um pouco e pediu para deitar junto dela.
Era a primeira vez que entrava no quarto de Camila, sempre íamos mais para meu apartamento. Sorri vendo uma foto nossa ao lado da cama.
- Quer tomar banho?
- Sim, só me dá uma roupa - Falo cruzando os braços. Camila riu abrindo o armário atrás de mim, ela estendeu uma blusa sua e uma cueca.
- Me ajuda a por uma roupa menos desconfortável?
- Claro baby.
(...)
3 dias depois....
A semana mal começou e eu já queria que acabasse. Parece que sempre que fica perto de lançar algo aquilo vira um inferno.
Deixo a bolsa em cima do sofá e procuro pela latina no apartamento, achei ela na cozinha com Beth.
- Oii!
- Oi linda! - Abraço seu corpo por trás, sentia falta de encontrar latina pelos corredores na empresa e me acalmar - Estressada?
- Um pouco. Oi Beth!
- Oi querida! Vou ir na dispensa buscar um igrediente.
Camila virou o banquinho em minha direção, suas mãos foram para minha cintura puxando meu corpo para perto do seu.
- Tomou seu remédios?
- Com dona Beth tomando conta de mim, não esqueci nenhum - Fala rindo. Dona Beth é um amor, assim que disse que Camila ficaria por aqui, ela se prontificou a cuidar da latina - Uh! Sabe o que chegou?
- Não faço ideia - Ela nem esperou eu adivinhar e desceu do banquinho correndo em direção a sala.
- Camila você já tá com o dedo fodido, quer se quebrar mais?! - Grito brigando com a latina, Camila as vezes parece criança. Ela voltou com um envelope na mão e quando estretei os olhos vi um girassol.
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New York
Fiksi PenggemarNova York nunca prometeu ser gentil. Aos 24 anos, Camila Cabello desembarca na cidade com um diploma de Contabilidade, uma mala cheia de expectativas e a certeza de que está começando do zero. Conseguir um emprego na maior cidade do mundo já parecia...
