Publicado 28/01/2025
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Depois do primeiro beijo, tudo pareceu acontecer de forma natural e avassaladora. O que começou com uma atração silenciosa e tímida logo se transformou em algo intenso e urgente. As palavras se tornaram desnecessárias, pois nossos corpos falavam por nós, buscando uma conexão mais profunda a cada toque, a cada olhar. Em questão de semanas, estávamos completamente envolvidas, compartilhando risos, segredos e o que parecia uma química irresistível. As tardes no sofá, as carícias discretas, os sorrisos cúmplices se tornaram parte da nossa rotina. Era impossível negar o que sentíamos: estávamos perdidamente apaixonadas, entregues uma à outra de uma forma que nem sabíamos ser possível, como se tudo o que tivesse acontecido até aquele momento fosse só um prelúdio para aquilo que finalmente havíamos encontrado.
A televisão estava ligada, mas eu mal conseguia prestar atenção no filme. Leah estava ao meu lado, tão perto que podia sentir o calor do corpo dela, e a cada risada que ela dava, meu coração batia mais rápido. Estávamos ali, com um balde de pipoca entre nós, mas o gesto simples parecia ser só uma desculpa para ficar mais perto.
Ela olhou para mim, com aquele sorriso que fazia meu estômago dar saltos. Não resisti. Me aproximei, e nossos lábios se encontraram suavemente, como uma promessa, um toque que me fez suspirar. "Você tem noção do quanto você é linda?" eu murmurei, ainda com o gosto dela nos lábios.
Leah sorriu, quase sem fôlego, antes de responder, "Eu estava prestes a perguntar a mesma coisa."
Ela me puxou para mais perto, e o beijo se aprofundou, agora mais intenso, sem pressa, como se o mundo ao redor tivesse desaparecido. Quando nos afastamos um pouco, nossos olhares ainda estavam presos um ao outro, como se nada mais importasse.
Eu ri baixinho, um pouco nervosa. "Não sei como a gente acabou aqui..."
Leah, com a mão suavemente tocando meu rosto, respondeu com uma risada baixa. "Você me convidou para o sofá... agora você não pode fugir."
Eu sorri, tocando sua mão que ainda estava no meu rosto. "Eu não quero fugir de você."
Ela se inclinou novamente, seus lábios tocando os meus, mais famintos desta vez. Nossos corpos se ajustaram, e eu senti o toque dela em minha pele, um arrepio subindo pela espinha. "Eu também não quero fugir", ela sussurrou entre beijos, e a frase ficou ecoando em minha mente, como um feitiço que eu não queria quebrar.
A pipoca foi esquecida, o filme também. Só nós duas existíamos naquele momento.
O ambiente ao nosso redor parecia ter desaparecido. O som da música suave que tocava ao fundo e o farfalhar das folhas lá fora eram os únicos ruídos que consegui ouvir. Eu me sentia como se estivesse à beira de algo novo, algo que não sabia se deveria fazer, mas que, ao mesmo tempo, não conseguia mais evitar.
Leah estava perto o suficiente para que eu sentisse seu calor. Eu podia ver os detalhes que a tornavam ainda mais encantadora — a forma como seus olhos se suavizavam quando olhavam para mim, o leve movimento dos seus lábios enquanto ela respirava. E eu, provavelmente, estava fazendo o mesmo. Sentindo tudo de forma intensa, mas sem saber exatamente como lidar com isso.
Era estranho, mas não desconfortável. Pelo contrário. Eu sentia a mesma incerteza, mas também uma necessidade crescente de... fazer algo. Algo que fosse mais do que palavras ou olhares.
-Você está bem?- A voz de Leah foi baixa, quase hesitante, mas não pude evitar sorrir, porque sabia que ela sabia que havia mais entre nós do que simples preocupação.
Eu olhei para ela, o coração batendo mais rápido. "Eu... estou. Mas você?" Tentei desviar a atenção dela, tentando me esconder atrás de uma pergunta boba, mas não consegui. Os olhares que trocamos diziam tudo.
O silêncio novamente se instalou, mas era um silêncio carregado de algo que ambos sentíamos e que, até aquele momento, havíamos resistido. Eu queria que ela me olhasse assim, com aquele desejo sutil que não precisava ser dito. Queria que ela soubesse que o que eu sentia era real, que não era só uma ilusão passageira.
Foi então que, sem conseguir resistir, me inclinei um pouco mais na direção dela. Ela parecia hesitar, mas não recuou. E, no instante seguinte, nossos rostos estavam mais próximos do que jamais haviam estado. Eu podia sentir a respiração dela, quente e suave, se misturando à minha. Algo em mim sabia que, se eu não tomasse uma atitude, aquele momento passaria.
Fechei os olhos por um segundo, sentindo o coração bater mais forte, e então, sem mais palavras, deixei que o desejo se transformasse em ação. Meus lábios tocaram os dela com suavidade, primeiro, como uma pergunta, uma exploração. E ela, como se tivesse esperado por isso, respondeu com a mesma suavidade, mas logo o beijo se aprofundou, o toque de nossos lábios se tornando mais certeiro, mais verdadeiro.
Quando finalmente nos separamos, os olhos dela estavam tão próximos aos meus que eu podia ver a mesma surpresa e a mesma necessidade refletidas ali. A respiração estava acelerada, mas não havia medo. Só a certeza de que o que quer que tivesse começado naquele sofá não seria fácil de esquecer.
Eu não sabia o que viria a seguir, mas, naquele momento, não queria pensar em mais nada. Só nela.
-Sabe... Eu tinha que fazer o dever de casa.- Desconverso, saindo do colo de Leah.
Agarro a almofada do sofá e ponho contra meu colo, tentando esconder a ereção que estava evidente abaixo do meu vestido.
-Você quer fazer o dever de casa, Flora?- Leah pergunta, cheirando meu pescoço.
Engasgo, sem saber o que dizer, Leah retira a almofada do meu colo e agarra meu penis ereto por cima do vestido.
-Eu quero muito isso, mas se você não quiser...- Leah diz.
Num só movimento, puxo Leah para meu colo e a calo com um beijo. A proximidade entre nós é quase instantânea, como se nossos corpos já soubessem exatamente onde se encaixar. O beijo é tranquilo no início, um toque leve, exploratório, mas algo nele faz o tempo parecer desacelerar. Suas mãos deslizam até meu pescoço, e eu a mantenho perto, o calor do corpo dela transmitindo uma sensação de conforto que, ao mesmo tempo, me deixa completamente entregue. Quando nos separamos por um instante, nossos olhares se encontram, e a expressão de Leah diz tudo o que eu preciso saber. "Eu gosto de estar aqui com você", ela murmura, e meu coração bate um pouco mais forte. A resposta sai em um sorriso, antes de nos aproximarmos novamente, com uma suavidade que não precisa de pressa. Seus lábios se juntam novamente com os meus e sua bunda rebola contra minha ereção, me deixando cada vez mais quente.
Agarro a barra da camisa de Leah e a tiro por cima da cabeça, abocanhando o mamilo descoberto, recebendo um gemido em resposta.
- Flora, sua filha da puta.- Leah resmunga, rebolando mais em meu colo.
Ela agarra meu rosto, me fazendo voltar a beija-la e puxa meu vestido para cima. Revelando meus pequenos peitos e uma grande ereção abaixo da cueca.
- Dizem que pessoas negras tem pau grande... Não mentiram.- Ela diz, agarrando meu pau por baixo da cueca.- Flora, eu quero que me foda. Por favor.
Com um sorriso sútil, deito Leah no tapete do chão e tiro seus shorts, junto da calcinha.
Antes que a mulher de meus sonhos pudesse pensar, deposito meus lábios sobre sua buceta e a lambo com vontade, ouvindo seus gemidos sôfregos.
- Flora, por favor.
Ponho meu pau na entrada de Leah e enfio com força, vendo-a fechar os olhos, acolhendo meu pau dentro si.
Ela me abraça com as pernas, enquanto eu bombeio dentro dela, sentindo as paredes da sua buceta me abraçando.
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Flora.
FanfictionOnde Flora muda-se de estado após ter seu segredo revelado ou Onde Leah tem um imprinting?
