Capítulo 11

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Margarida on

Logo na manhã seguinte, eu já me sentia melhor, por isso preparei-me para o trabalho, após fazer as minhas higienes pessoais, vesti-me.

E desci para tomar o pequeno almoço, preparei uma caneca de café com leite, eu não costumava comer muito de manhã, pois deixava-me um pouco indisposta, após beber o leite, peguei nas minhas coisas e saí de casa, caminhei até á paragem de autocarro...

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E desci para tomar o pequeno almoço, preparei uma caneca de café com leite, eu não costumava comer muito de manhã, pois deixava-me um pouco indisposta, após beber o leite, peguei nas minhas coisas e saí de casa, caminhei até á paragem de autocarro, sentei-me e fiquei á espera do autocarro.

(. . .)

Ao chegar ao trabalho, troquei de roupa e começei logo o meu trabalho, verifiquei alguns miúdos dos subs, e as raparigas da equipa principal, até á hora do almoço.

Saí da minha sala, e caminhei até ao refeitório, ao chegar lá fui até á fila, e começei a servir a minha comida, após tê-lo feito, caminhei até às minhas colegas, e sentei-me ao pé delas.

E fiquei a ouvir a conversa delas, enquanto comia, elas estavam a falar sobre os jogadores da equipa principal, quais é que eram mais giros, não era o meu tema favorito de conversa então resolvi não me intrometer e continuei a comer.

—E tu Margarida, gostas de algum jogador?—a Madalena perguntou-me

Pensei o que lhe ía responder.

—Não, nem tenho qualquer interesse num jogador de futebol—eu respondi encolhendo os ombros

Elas continuaram a falar enquanto eu comia calada, assim que terminei, arrumei o meu tabuleiro, e voltei ao trabalho, eu caminhei pelos corredores, olhei para a janela e vi o campo de futebol onde a equipa principal treinava, e vi alguns jogadores já em campo, foi então que me lembrei da mensagem que o Trincão me tinha mandado.

Caminhei até á recepção, para perguntar se ele já tinha parecido.

—Boa tarde, viu se o Francisco Trincão passou por aqui?—eu perguntei

—Não, nem o vi passar com o resto da equipa—ela disse encolhendo os ombros

—Obrigada—eu disse e caminhei até á minha sala

Assim que abri a porta, fiquei surpresa ao vê-lo, ele estava sentado na maca.

—Eu estava á tua procura—eu disse-lhe fechando a porta atrás de mim

—E eu estava á tua espera—ele disse-me com um pequeno sorriso

 Eu caminhei até ele, ficando de frente para ele.

—Podes tirar as chuteiras e as meias—eu disse-lhe e ele fez o que eu lhe pedi

Ele deitou-se na maca e eu começei a analisar a sua perna, não me parecia ser nada demais, apenas um pequeno mau jeito, enquanto eu fazia todo o processo eu podia sentir o seu olhar sobre mim.

A filha do treinador-Manu UgarteOnde histórias criam vida. Descubra agora