Votem e comentem.
Shivani Paliwal:
- Não Thomas! - Exclamei alto e em boa voz para o garoto.
Não foi segundos para que ele se calasse.
Meu filho estava em uma luta constante para me fazer ceder a sua vontade de levar mil brinquedos dentro da mala. Passou o dia inteiro insistindo e me fazendo ter vontade de beliscar sua orelha por me desobedecer, até mesmo na hora de dormir.
- Mamãe! - Tentou novamente - Eu só quero mostrar a minha vovó que meus brinquedos são novos.
- Você tem noção do quanto de brinquedo novo seu pai te dar todo mês? - Questionei o cobrindo- Não né? então fica em silêncio e dorme. Amanhã acordamos cedo!
Ele suspirou e eu deixei um beijo em sua cabeça antes de apagar a luz e fechar a porta.
voltei para o quarto e tirei a blusa fina para trocar por algo de frio, no mesmo momento em que Bailey abriu a porta do nosso quarto.
- Oba! - Exclamou jogando sua mochila para o lado.
Ele tinha acabado de chegar de mais algum jogo que teve por aí, mais um o qual eu não fui. Mas foi justificável já que estava cuidando das nossas coisas para viajar pela manhã.
eu ri de sua animação inútil e virei de costas.
- Não esconda o paraíso dos olhos do criador. - Ouvi seus passos atrás de mim e corri para atrás da cortina me prendendo bem.
- Você não é o criador dos meus seios, Bailey. - Rindo, apertei o pano para que ele não abrisse. - Sai fora!
- Infelizmente. - Murmurou.
Vi a sombra de seu corpo invadi a cor da cortina branca. Suas mãos seguraram o tecido e puxaram com força.
- Achei você.
- Besta. - Coloquei o braço na frente do suposto paraíso.
Ele riu e segurou meu pulso me puxando com a força dele para junto de seu corpo.
Eu não sei porque eu ainda tento competir, achando que Bailey, com aqueles músculos, vai me deixar esconder na boa.
- Amor... - Murmurei quando sua mão deu um tapinha em minha bunda.
- As crianças estão dormindo... Juro que vou me comportar e fazer você ficar calada. - Tocou meu rosto e acariciou meu lábio com o polegar.- Por favor... - Ele beijou meus lábios rapidinho- Estou pedindo com carinho- Desceu os mesmos para a minha bochecha- Por favor?Hum?
Eu devolvi o selinho que ele me deu automaticamente, mordi de leve seu lábio e sorri.
- Não. - Tentei me afastar e vestir o maldito moletom, mas Bailey não me deixou.
Suas mãos apertaram em minha cintura e ele me jogou na cama caindo por cima de mim.
- Esse não, não foi convincente. - Comentou sorrindo.
- Bailey... -Resmunguei.
O não, não havia mesmo saido convincente. Se ele quisesse ele faria de mim uma escrava, juro! Minha sorte é que ele só insiste quando está a beira do ápice. Não consigo ir contra minhas vontades de carne, mesmo que meu cérebro esteja apitando "Seus filhos estão do outro lado do corredor"
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The journalist - Family history
Hayran KurguTerceira temporada dessa história de uma maor inspirador de Shivani e Bailey.