Capítulo XI

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Aaaaaaa a fic teve 657 votos no "melhores fics simoraya" 😭❤️

Muito obrigado gente, de verdade. Mais um capzinho pra vocês aqui por causa da demora do outro 🥺❤️

Eu espero que vocês gostem 🥰 AAAAA e a fic tá com quasee 1K de favs, obrigadooooo 🤧
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Soraya apertava o volante nervosa, suas mãos suavam. Fechou os olhos e suspirou fundo, precisava entrar naquele restaurante e dar um tempo naquele relacionamento.

Se olhou no retrovisor, ajeitou seus cabelos e se recompôs. Entraria ali e faria o que era preciso. Ao se olhar uma última vez, pegou sua bolsa no banco ao lado e saiu do carro.

Fez seu caminho até a entrada de cabeça erguida, olhou em volta, antes de ver César sentado em uma mesa reservada com o celular em mãos.

Seguiu em sua direção, ele guardou o celular quando lhe viu e soltou um sorriso. Soraya colocou sua bolsa na cadeira vaga ao lado e passou as mãos pelos cabelos.

O garçom seguiu para lhes atender e César pediu um beirute e uma salada, mais duas taças de vinho.

— Eu não ganho nem um beijinho de saudades? -

O encarou incrédula, mas percebeu sua seriedade logo depois. Ele realmente esperava por um beijo?

— Primeiro vamos conversar.- Pontuou firme colocando suas mãos juntas sob a mesa.

— Tudo bem e podemos começar com você folgando e não me dizendo.-

Seu tom irônico, fez com que a loira sorrisse ao revirar os olhos.

— Eu não devo satisfações á você.- Concluíu ao se encostar na cadeira.

— Mas é claro que deve, eu sou seu marido.-

Alterou o tom, se arrependendo logo em seguida ao atrair alguns olhares.

— Extamente, não meu pai.- Pontuou.

— Preferiu passar o dia com aquela senadora e a filha dela.-

Uma risada sarcástica escapou dos lábios do homem que bebericou um pouco da água que havia na taça.

— Sim, pelo menos eu me diverti.- Comentou, continuando logo em seguida ao ver o homem parecer pensativo.— Coisa que com você, eu não consigo.

— Você está se apaixonando por ela, não é? -

Concluiu como se tivesse juntando as peças, Soraya apenas balançou a cabeça negativamente sorrindo um pouco.

— Eu imaginei que diria isso.-

— Não seja ridícula.- Mais uma vez alterou seu tom de voz.

Repreendeu-se, ao ver as pessoas mais uma vez lhe levarem a atenção.

— Vamos dar um tempo nesse relacionamento.-

Ele só havia lhe provado o que já sabia, aquele relacionamento precisava de um tempo.— Está se desgastando.

— Você quer um filho? Então vamos ter um filho.- Se apressou em dizer, logo levando suas mãos para segurar as dela. Sua expressão voltou a suavizar.— Não precisa dar um tempo em nada.

— Não é assim que funciona.- Contou ao puxar as mãos para longe das mãos do marido.

O pequeno sorriso que havia em seus lábios sumiram, o homem passou a língua entre os lábios e sorriu sarcástico.

Cada vez mais certo de que ela estava apaixonada pela senadora.

— Você não quer a merda de um filho? Não era isso o que você queria? Então vamos ter.- Esbravejou ao jogar suas mãos para cima.

Contrato (Simone e Soraya)Onde histórias criam vida. Descubra agora