**ATENÇÃO**
Essa história contém conteúdo extremamente pesado. Capítulos com palavras explicitamente pornográficas.
Elisabeth, uma linda mulher, sedutora e com um grande problema: ninfomaníaca. Ela precisava da ajuda de um especialista em sexo. É aí...
Confesso que foi uma surpresa Demétrius ter aparecido no meio da noite em minha casa. Ele me liga, exigindo explicações do porquê não ter aparecido em nossas sessões e depois surge do nada em minha porta, enlouquecido. Quando abri a porta e o vi ali, parado e ofegante, uma sensação de felicidade invadiu minha alma e nem sei o porquê. Ele me agarra de um jeito tão possessivo, que minha libido explode, cedendo aos seus desejos e aos meus. Seu beijo é urgente e invade minha boca como se ele quisesse me reivindicar. Quando ele desce para meus seios, uma onda de calor percorre meu corpo e pareço queimar por dentro. Demétrius é tão bruto e desesperado, que isso me causa uma sensação de poder sobre ele. Ou será que é ele quem tem poder sobre mim? Depois de todo o sexo incrível, eu o provoco e ele bate com força em meu bumbum, deixando marcas por toda a nádega. Isso só atiça mais a minha libido e pelo visto, ele gosta mesmo disso. O que não imaginei que aconteceria, era Demétrius exigir que eu seja somente dele e de mais ninguém.
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- Não quero que você durma com outros homens! - O que quer dizer com isso, doutor? - Não me chame mais de Doutor, me chame de Dem, quando estivermos fora do consultório. - Ok então, Dem...O que quer dizer com isso? - Não quero outro homem tocando em seu corpo! - Isso não faz sentido, não somos nada além de paciente e terapeuta. E aliás, você tem uma namorada, esqueceu-se dela? - Zombo.
Nesse momento, o vejo baixar a cabeça ainda com suas mãos me prendendo na parede. Ele parece pensar em minhas palavras.
- Você tem razão, não somos nada e eu não tenho direito de exigir nada de você. - Ele levanta o olhar.
Sorrio e seguro na gola de sua camisa, trazendo-o para mim.
- Mas podemos continuar fodendo bem gostoso, Dem...o que acha? - E como vou esconder isso de Alexa? - Nisso, você vai ter que se virar, Dem! Eu posso te dar o sexo que você gosta, a qualquer hora do dia ou da noite, mas precisará estar disponível para isso.
Demétrius solta suas mãos da parede me deixando livre. Ele coloca as mãos na cintura e caminha de um lado a outro, visivelmente perturbado.
- No que está pensando? - Pergunto.
Ele para no meio do caminho e me olha.
- Que eu tenho que dar um jeito na minha vida. - Está se referindo à sua namoradinha? - Cruzo os braços, debochando. - Sim, preciso ser sincero com ela e acabar com isso de uma vez por todas. - Ele continua andando de um lado a outro. - E vai falar o quê? Que está transando com sua paciente?
Ele para novamente no caminho e volta seu olhar para mim.
- Eu não sei, Elisabeth! Eu não sei!
Ele volta a caminhar novamente, passando a mão pelos cabelos.
- Pare de andar de um lado a outro ou vai acabar abrindo um buraco em meu chão. - Exclamei. - Eu quero foder você! - Ele me olha. - Agora? - Pergunto animada. - Agora! - Ele vem apressado.