Loose.

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Stella Willians(2008)

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Stella Willians
(2008)


Eu puxava minha mala entrando no aeroporto. Nunca havia viajado sozinha mas para tudo nessa vida existe uma primeira vez.

Eu e minha mãe brigamos, falei para ela o quanto ela estava sendo uma péssima mãe nos últimos dias de uma forma calma e sem usar "péssima mãe" mas ela começou a surtar e falar muitas merdas, foi quando eu lembrei que sou maior de idade e podia fazer oque eu quisesse, ali eu me toquei, e foi o suficiente para juntar todas as minhas coisas e comprar uma passagem para a Alemanha.

Fiquei ali esperando qualquer tipo de sinal de meu vôo. Não havia falado nada para Bill ou qualquer pessoas, eu queria fazer uma surpresa. Ficaria na casa que eu morei a minha infância toda porque afinal, a casa não foi vendida ou algo do tipo, e sei que minha mãe não é orgulhosa ao ponto de mandar eu ficar fora da casa dela.

Agora era a hora, eu estava entrando no avião, me certifiquei de pegar um acento perto da janela para poder admirar tudo lá de cima. Coloquei meus fones de ouvido enquanto acomodava minha cabeça na  almofada de pescoço que eu usava.

[...]

O táxi me largou em frente a minha casa como pedido por mim. Para minha sorte os Kaulitz não estavam em casa então seria mais fácil me organizar sem antes ter que dar mil beijos e abraços.








Tom Kaulitz(2008)

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Tom Kaulitz
(2008)


Estava em um restaurante jantando com Gustav, Georg, Bill e minha mãe.

- Tom esta com a cabeça longe - minha mãe disse e eu a olhei.

- Não, pode continuar eu estou prestando atenção, eu juro - falo fixando meus olhos na mais velha que contava histórias de sua adolescencia.

Minha cabeça realmente estava longe, ela estava lá em New York, e isso não é de hoje mas sim por três anos. Tem três anos que minha mente pensa em Stella Willians, a loira que conseguiu me conquistar. Seu olhar, sua boca, seu corpo, tudo nela me atraia.

Depois do jantar nos fomos embora, minha mãe levou os garotos para casa e seguiu caminho para nossa casa.

Eu subi para o quarto me jogando na cama enquanto Bill ligou seu notebook, provavelmente para falar com Stella. Aquilo era rotina, eles sempre se falavam, eu por outro lado quase nunca conversava com ela, e eu não sei o porque. Talvez ela queira esquecer oque tivemos.

A campanhia tocou e logou escutei conversas altas no andar debaixo, alguma visita sem noção provavelmente tinha chegado, naquele horário tão inapropriado.

- Bill, Tom, venham tem visita - mamãe abriu a porta nos chamando.

- Fala que eu não estou em casa - falei me virando de costas para a mulher.

- Que pena que o Tom não está - a voz dela preencheu o ambiente e eu rapidamente olhei para a porta, agora Stella estava ali do lado de minha mãe.

Bill se levantou correndo indo em direção a garota, ele a abraçou fortemente, quase a esmagando. Depois de alguns minutos ele a soltou.

Me levantei da cama e fui até ela, abracei sua cintura enquanto ela abraçava meu pescoço, nossos corpos colados enquanto meu rosto estava na curvatura do pescoço dela. O cheiro de seu perfume, o mesmo perfume que eu senti o cheiro quando a beijei pela primeira vez. Me separei dela e voltamos as nossas posturas anteriores.

- Porque não me avisou que vinha - meu irmão deu um tapa fraco no ombro de Stella.

- Queria fazer surpresa - ela sorriu, aquele maldito sorriso.

- E Susan, aonde ela está - mamãe perguntou alegremente, feliz com a ideia de ver sua melhor amiga depois de três anos.

- Ela ficou, eu vim sozinha - a loira fala abaixando minimamente sua cabeça.

- Entendi, vou deixar vocês conversarem enquanto eu faço algo para Stella comer - a mais velha se retirou dali deixando a porta aberta.

- Você colocou um piercing que legal - Bill disse e então eu percebi a pequena joia de prata em seu umbigo.

- Eu coloquei ele mês passado, acho que esqueci de te contar - Stella se jogou na cama de Bill.

- Quero que me conte tudo, anda - ele colocou as pernas da garota por cima de suas coxas.

- Eu já te contei tudo - ela dizia de olhos fechados.

- Então sua vida foi bem parada por lá, você não me contou de nenhum caso seu - Bill tombou sua cabeça para trás decepcionado.

- Nunca fui de ter casos, Bill, você me conhece - Stella falou abrindo seus olhos para olhar Bill.

- Não, você sempre teve muitos casos só não assumiu nem um deles - o moreno argumentou.

- É a mesma coisa - ela resmungou se ajeitando na cama - só para avisar que vou dormir aqui hoje, estou com medo de ficar lá sozinha.

- Você continua uma folgada - reclamei e ela me olhou.

- Você que é folgado - Stella revirou seus olhos.

- Você, sua folgada - encarrei ela.

- Você que é um grande folgadissímo - ela jogou um travesseiro em mim.














































































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Escrevi esse capítulo ouvindo Melanie Martinez então eu estava inspirada por isso a Stella voltou para a Alemanha, agradeçam a Melanie.

Qual a cantora/cantor favorito de vocês?

Eu assisti pânico 6 hoje, vocês já assistiram?

Desculpem algum erro na escrita.

💋.

𝐁𝐞 𝐌𝐢𝐧𝐞 - 𝐓𝐨𝐦 𝐊𝐚𝐮𝐥𝐢𝐭𝐳Onde histórias criam vida. Descubra agora