Tudo começou quando minha mãe faleceu e deixou uma bebê pra eu cuidar, e pra piorar, sem lugar pra morar, minha única opção foi viajar pro meu antigo estado. Rio de janeiro.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
– Deixa ela brincar Gabriel–eu falo com ele – Vai lá então–ele larga ela e ela volta pra ele – Vai brincar filha – Vem Tide – Eu? – Xim – Ela quer que você leve ela lá – Aí meu deus–ele pega ela no colo e leva ela na piscina de bolinhas
Depois dela brincar bastante ele volta com ela no colo
– Strogonoff?–a garçonete pergunta – Três, por favor–ele pede e ela deixa três pratos de Strogonoff na nossa mesa–obrigada–ela saí e nós começamos a comer – Toma Ayana, abre o bocão–ela abre a boca e eu dou um pouco de Strogonoff pra ela – Tá sem sal–ele resmunga – Também acho, mas tá gostoso. Quer me dá o seu?–quando eu me viro pra ele o prato já tava todo vazio – Já foi – Porra, você não come né, você engole–eu falo rindo – Lá ele, que papo é esse
Eu sabia que ele ia pensar merda
– Só falei a verdade, você engole – Cala a boca–ele bate na minha cabeça – Kkkkkkkkkk–eu termino de comer e dou nossos pratos pro garçom que passava ali recolhendo o lixo
Passou um tempinho e eu fiquei resolvendo algumas coisas do meu trabalho e da creche da Ayana pelo meu celular
– Pô cara, larga isso daí–ele fala tirando o celular da minha mão e olhando o que eu tava fazendo. – Tava resolvendo as coisas da creche da Ayana – Conseguiu? – Sim, lá no morro, obrigada–eu falo olhando pra ele – Por nada, que dia ela começa? – Segunda-feira – Vai ter que comprar alguma coisa? – Sim, eles mandaram uma lista aqui. Amanhã eu vou comprar as coisas dela–eu guarde meu celular – Vou dormir lá na sua casa, Jaé? – Por quê? – Não quero ficar sozinho – E a Núbia – Ainda não voltou, tá na casa do Gustavo – Hmm, tá bom