Tudo começou quando minha mãe faleceu e deixou uma bebê pra eu cuidar, e pra piorar, sem lugar pra morar, minha única opção foi viajar pro meu antigo estado. Rio de janeiro.
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Ela troca de roupa na minha frente e põe o biquíni novo que ela tinha comprado pra ela e pra Ayana
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– Esse bagulho não vai escorregar não?–eu pergunto olhando o biquíni dela – Não né, só se estivesse frouxo – E quando você passar óleo de bronzear? – Nao vai cair Gabriel–ela fala pondo um shorts jeans eu uma regata que vai ate antes do umbigo. – E esse maiô do dela? Pra que essas aberturas no lado? – É a roupa ué. Você vai por a sunga? – Não, nem tenho isso, vou de bermuda de laicra mesmo – Então vamos–ela vai saindo e o sanguinário vai saindo atrás dela – Amor, ele tá saindo aí ó–eu falo – Tá bom–ela coloca as coisas no carro e eu pego na mão da Ayana pra nós irmos pro carro. – Vamos minha cria–eu coloco ela no banco de trás na cadeirinha. – Amor como o flocos vai? – Atrás também–eu pego o cachorro e ponho ele no banco de trás junto com a Ayana.
Nós demos partida até a praia e quando chegamos eu estacionei o carro e desci com as coisas.
Enquanto elas foram andando em direção ao mar, eu parei na barraquinha pra alugar cadeiras e guarda sol
– Fala irmã, bom dia, vou querer um guarda sol e duas cadeiras – Bom dia, pra onde? – Ali ó–eu aponto e vou andando na direção das minhas princesas
O cara monta as cadeiras e monta o guarda o sol.
– Amor, aí ó–ela se senta e põe as coisa no chão – Vem tirar a roupa meu docinho–ela tira a roupa da Ayana e deixa ela só de maiô. Que está muito curto pro meu gosto.
O sanguinário se deita na areia e pede carinho. Eu acaricio o pelo dele e ele me morde.
– Aí filha da puta–a Júlia ri – Vai rindo mesmo–ela fica na minha frente e vai tirando a roupa lentamente– já sabe que quando chegar em casa você não vai mais sentir suas pernas né?– eu pergunto ajeitar minha cueca e a minha bermuda pra não marcar muito – Vamos ver né ikkkk