Capítulo Trinta e Quatro

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" Por que está me ligando, pai?"

" Filho, eu venho acompanhando você e Aline, a muito tempo, eu só queria conversar com vocês."

"Você só pode está brincando comigo, não é?"

"Alexandre..."

" Não, você não pode fazer isso, voltar quando bem entende."

"Alexandre, por favor filho."

Não deixo que ele fale mais alguma coisa e desligo o telefone.

Ligação off

- O que aconteceu? - Giovanna me pergunta.

- Era o meu pai.

- Seu pai? O que ele queria?

- Ele quer me encontrar, encontrar eu e a Aline.

- Você vai?

- Não sei, eu acho que não.

- Por que? Vai saber o que ele quer amor.

- Não quero Giovanna. - falo um pouco nervoso.

- Ok

- Desculpa, só... estou nervoso. - falo e me aproximo dela. - Com certeza ele sabe das crianças amor, mas se depender de mim ele não vai conhecê-los.

- Bom, melhor você conversar com a Aline, e os dois decidem o que fazer, eu sei que você e seu pai tem suas diferenças, mas não quer saber o que ele quer?

- Talvez, não sei, vou falar com a Aline, ela deve saber o que ele quer, eles ainda se falam.

- Tudo bem amor, você decide ta bem?

- Tá. - ele faz uma cara de carente.

- Vamos desce, esperar a comida lá?

- Vamos.

•••

- Alexandre, eu sei que vocês não se dão, mas... Ele quer mudar as coisas.

- Mas eu não quero saber, Aline, não me importo com ele, ele não se importa comigo. - ele passa a mão no rosto. - Não quero ele perto da minha família.

- Nero, ele está arrependido e quer consertar as coisas..

- Foi isso que ele te falou? E você acreditou? Você lembra de todo mal que ele me fez Aline?. - Se senta na poltrona.

- Tudo que ele me falou. Lembra? Que eu não teria família, que sou o culpado de tudo que aconteceu de ruim com família dele, onde ele não me incluia.

- Eu sei, é só que... Vamos almoçar com ele amanhã? Ver o que ele tem pra dizer.

- Não sei se essa é uma boa ideia.

- Só um almoço, escuta o que ele tem pra falar.

- Tá Aline, marque o almoço.

•°•°•

O Alexandre havia saído fazia uma hora, iria conversar com a irmã.

Primeira vez sozinha com os gêmeos, estavamos sentados no chão da minha sala, forrei uma manta e os coloquei deitados ali.

A campainha da casa tocou, levantou e vou até a porta.

- Amor da minha vida, cheguei. - minha irmã fala ao me abraçar.

Contract Of LoveHistórias para pegar e não largar. Descubra agora