- Por que? Não aguenta? - Ela diz e acabando com o juízo dele, q a puxa colando seus lábios.
Involuntariamente ela leva suas mãos até a nuca dele o puxando para si. Ela cede abrindo espaço para ele que invade sua boca, a explorando com sua língua.
Nero age tomado pelo desejo e pelo tesão. Sente que ela está da mesma forma, suas línguas travam um batalha desesperada por sentir seus gostos. Ele passeia suas mãos pela lateral do seu corpo, pousa suas mãos em sua coxa torneada e aperta ouvindo-a gemer. O beijo se torna mais urgente e ele a impulsiona para cima, a fazendo sentar encima do mármore gelado da bancada. Ele se encaixa entre suas pernas a fazendo suspirar quando sente, mesmo com todas suas roupas, sua ereção pressionada contra sua intimidade. Giovanna desce suas mãos até a barra da camisa de Nero e invade com suas mãos. Arranha a base de suas costa o puxando mais contra ela. Alexandre desce seus beijos pelo pescoço da morena sentindo uma necessidade de tocá-la mais. Seu coração bate desesperadamente e sentindo seu corpo em chamas, o cheiro de Giovanna o embriaga e ele não consegue pensar em mais nada.
Sentir os lábios de Nero em sua pele, fez Giovanna ir a loucura, sente sua pele arrepiada e involuntariamente solta um gemido. Ela enrosca suas pernas ao redor dele tentando colar mais seus corpos. Ele trilha um caminho de beijos e mordidas pelo seu pescoço até os lábios. Antes de beija-la novamente, seus olhos procuram os dela, onde ele encontra uma chama de desejo, assim como ela encontra nos dele. Levando as duas mãos uma de cada lado de seu rosto, a puxa para outro beijo, mas desesperado. As mãos de Giovanna, sobem a procura dos botões da camisa de Nero, onde começa a desabotoar. Ele morde o lábio inferior dela e a ajuda a abrir sua camisa.
Nero estava quase se livrando de sua camisa quando um som estridente soa pela casa, estourando a bolha e trazendo os dois novamente a terra. Eles se afastam um pouco e se encaram sem entender como foram parar ali. Ela ainda o segura pela cintura e ele ainda está com a mãos na nuca dela. Suas respiração estão pesadas e descompassadas, o celular continua a tocar.
Nero e o primeiro a se afastar e Giovanna desce da bancada. Sem olhar para ele, abre sua bolsa que está em cima da mesa e alcança o celular. Ainda se sente nervosa, com o coração acelerado e com a respiração irregular. Ela olha para o visor e vê o nome da irmã. Não sabe se a xinga ou a agradece.
- Oi Ale. - Diz ao atender o celular.
- Tava dando que demorou pra me atender? - Perguntou ela do outro lado da linha, provocando a irmã.
- O que? Claro não que Alessandra, tá doida? - Tentando disfarçar o nervosismo, porque se ela não tivesse ligado com certeza isso talvez estaria acontecendo nesse momento.
- Aí ainda não pegou o Alexandre? Mas que devagar em. Mas vou dar o desconto porque faz um dia que vocês estão morando juntos. - Ela conclui e Giovanna olhar para Nero que está encostado na bancada onde ela estava sentando a minutos atrás. Ele está concentrado em fechar novamente sua camisa, vê-lo com a camisa aberta, com os cabelos bagunçado e com o rosto vermelho estava mexendo novamente com a sua sanidade mental.
Ela ainda sente os efeitos dele sobre si. Ainda sente as mão dele em sua pele, a sensação de seu beijo em seus lábios e seu pescoço. Se perde avalizado o corpo de Nero, vê o volume marcado em sua calça e segura a respiração. Sente um incômodo no meio de suas pernas e suspira frustrada.
Quando termina de abotoar a camisa que Giovanna havia quase tirado, ele levanta seu olhar e percebe que está sendo observado. Seus olhos se encontram e ele percebe o quão gostosa ela está, com a gola caindo pelo um dos ombros dela, da forma que ele deixou quando puxou para beijar seu pescoço, com os cabelos bagunçado e seu rosto ruborizado. A intensidade nos olhares deixava claro que os dois não queriam parar.
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Contract Of Love
Hayran KurguOnde Giovanna e Alexandre serão a única salvação para alavancar a audiência de um projeto. Os dois terão que fingir serem apaixonados para todos, levando a mídia e seus fãs a loucura. Mas tem um detalhe que pode dificultar tudo: Eles se odeiam.
