Capitulo Doze

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Giovanna:

A Luz que entra pela janela me desperta e aos poucos recobro minha consciência. sinto meu corpo entrelaçado a algo, ou melhor, a alguém. Mexo minha cabeça devagar e encontro Alexandre, dormindo tranquilamente. Seus cabelos bagunçados, sua feição calma e seu corpo relaxado me faz abraçá-lo e me aconchegar mais. Deito minha cabeça em seu peito e escuto as batidas de seu coração. As lembranças da noite passada invadem minha mente e me fazem sorrir.

O coração disparado, o frio na barriga, a respiração falha, as sensações prazerosas, o cheiro dele, o calor de seu corpo, suas mãos me acariciando e seu beijo perfeito… Sem contar na sua foda, puta que pariu, que homem gostoso. Não era possível que isso tivesse acontecido, eu transei com Alexandre Nero.

E o pior… Foi bom!

E pior ainda… Não me arrependi.

Mas o pior de tudo é que não poderiamos fazer isso. Não poderíamos confundir as coisas, eu não queria misturar as coisas. Além de sermos colegas de trabalho, temos esse lance do namoro falso… E se tudo desse merda entre a gente? Como iremos lidar com tudo? Não podemos nos arriscar dessa forma.

Mas também não poderia ser imatura a ponto de fingir que isso não aconteceu ou fingir que não senti nada. Também não seria justo com Alexandre.

Mas a pergunta que mais martelava na minha cabeça, o que ele achava de tudo isso que aconteceu?

Expulso todos esses pensamentos da minha cabeça, não queria pensar em tudo isso agora. Só queria aproveitar esse momento de forma inconsequente.

Nero ainda dormia e eu passo minhas mãos em seu peito, passei minhas pernas por sua cintura, deixando uma de cada lado de seu corpo e ficando sentada em cima dele. Distribuir beijos em seu pescoço e aproveitei para sentir seu cheiro. Não demorou muito para suas mãos pousarem em minha cintura, a apertando.

— Bom dia, sarna. — Digo em seu ouvido, o provocando. Mordo seu lóbulo e vejo sua pele se arrepiar. O encaro, percebo que ele ainda estava de olhos fechados, sorrio vendo-o embaixo de mim. — Acorda, temos que gravar.

Ele choraminga manhoso e franze as sobrancelhas. Abre seus olhos lentamente, fazendo seus olhar se encontrar com o meu. Me analisa detalhadamente, e uns segundos depois sorri bobo, fazendo meu meu coração pular mais rápido.

Suas mãos sobem pela minha costas, parando em minha nuca, onde encosta sua mãos nos fios do meu cabelo e me puxa grudando nossos lábios em um beijo calmo, diferente dos beijos de ontem a noite. Um beijo calmo e gostoso, ele estava completamente entregue a aquele momento, assim como eu.

O beijo começou a ficar mais intenso, suas mãos adentraram a camiseta que eu usava. Sua unha aranha a base mas minhas costas e eu já me encontrava mole novamente.

O poder que esse homem tem sobre meu corpo não é normal. A sede que eu estou do corpo dele também não é.

Seus beijos descem pelo meu maxilar, até chegar chegar no ponto sensível atrás da minha orelha, eu rebolo em seu colo o fazendo gemer em meu ouvido. Sinto o seu volume crescer dentro da cueca boxe.

— Vamos levantar, se não eu juro que se ficarmos mais um minuto aqui, não vamos sair tão cedo daqui. — Ele pede firmando minha cintura, parando meu movimentos.

— A gente não podia estar assim… — Digo me jogando em cima dele e afundando meu rosto em seu pescoço, em seguida ele me envolve em um abraço e respira fundo.

— Eu sei… — Diz e eu levanta meu rosto o encarando. Apesar de se demonstrar tranquilo frente a tudo, seus olhos mostravam uma confusão. — Mas você não parece não estar querendo isso.

Contract Of LoveHistórias para pegar e não largar. Descubra agora