Ao deitar-me sinto-me pesado, tenho uma tonelada?
Quem é este no reflexo, pareço-me um monstro
Porquê eles não param com estes olhares?
Amor não há, chega disto, é o passado apenas!
Não consigo trabalhar, esta aparência fajuta não dá!
Cabeça está bagunçada, ê Labirinto de Dédalo!
Aqueles que deveriam me amar, o porque disto?
Coração perdido no abismo, ansiosa estou.
Vício que me agrídes, mente abalada deixas.
Não irei levantar, porquê alguém iria querer ver-me?
Alma infectada, despedaçada já foi, pobre cordeiro
Choraminga sem parar, espero logo que vá!
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Jardim de Palavras
PoetryDo solo da mente as plantas de tinta surgem, desabroxam em letras e se formam palavras. Com tantas palavras e sentimentos, elas dançam ao som dos ventos que levam-as corações daqueles que desejam ouvi-las e lê-las. Um acúmulo de palavras e senti...
