A que deitada sobre no chão estais a chorar,
Menina perdida, ê! Mas que tristeza está!
Tua voz... que voz? Não tens nenhuma coisa
Levanta-te! Tuas pernas, fracas como teus braços.
Há! O retorno da melancolia, clássico!
Teus olhos a desabar, mas quem disse
que há alguém para escutar?
Deixa-te de ser isto, leve tua mente, é básico!
Teus desejos. Hm? Perdeu-os em meio à tantas vozes
Sem ajuda dos pequeninos, tantos gritos de raiva.
As angústias que sobras, porém, elas são tão ferozes
Esperança, que piada! A última que vai, a última viva.
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Jardim de Palavras
PoesíaDo solo da mente as plantas de tinta surgem, desabroxam em letras e se formam palavras. Com tantas palavras e sentimentos, elas dançam ao som dos ventos que levam-as corações daqueles que desejam ouvi-las e lê-las. Um acúmulo de palavras e senti...
