Floresta em chamas

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Forçada pelos interesses alheias, virou meia-lua já!
Quão cruel és? Não sei! Não conheço fora da gaiola.
Pobre boneco descartado, sem luz! Quem dirá?
Mente e alma, nunca mais roubadas pelas gaivotas!

Corpo queimado, reduzido a meras cinzas, mesmo tu;
Senhor do fogo, foi-se carbonizado. Ah, que irônia!
Incêndio tão devastador, vida boa a desse urubu!
Nunca crescerá, não concertará mas você arrumaria?

Fora-se toda a vida que morava lá, do maior ao broto,
Desde a mariposa aos tigres vieram à ajudar mudar!
Tão delicado e gentil, não és merecedora das cinzas;
De chamas se foi, agora lenha sobra. Oh, my cinder!

Incendêcio sessou-se, a brasa ascendeu lamparinas
Guiam-te pelos destrossos, cuidado ao queimar!
Lixo torna-se útil protegem do que vier, do que furtas
Acolhidos pelo cinza, vermelho nunca mais!

Finalmente poderia deixar de lado, voltou a crescer
Raízes prolongadas pelas terras do mundo talvez fora
Semeadoras de outras florestas, novas a florescer
E teu coração em brasa, novas pessoas transformara!













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