"𝔈𝔲 𝔦𝔯𝔢𝔦 𝔩𝔥𝔢 𝔭𝔯𝔬𝔱𝔢𝔤𝔢𝔯 𝔡𝔢 𝔱𝔲𝔡𝔬 𝔢 𝔡𝔢 𝔱𝔬𝔡𝔬𝔰 𝔪𝔦𝔫𝔥𝔞 𝔮𝔲𝔢𝔯𝔦𝔡𝔞."
Tom se torna seu segurança particular, determinado a protegê-la de qualquer perigo, ele mergulha em um mundo de intriga, segredos e perigos inesperad...
Depois do meu banho, saio do banheiro e Tom não estava em meu quarto. Visto minha roupa e me deito. São quatro da manhã, quando eu sinto minha cabeça vibrar e pego meu celular vendo ser Nadile.
Eu havia esquecido de apresentá-la. Nadine Brooklyn, 17 anos, minha melhor amiga desde quando eu nasci.
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Assim como eu, ela utiliza armas como ninguém. Dirige igual uma louca, afinal ela aprendeu comigo. Eu não sou capaz de demonstrar sentimentos a ninguém, mas essa garota tem meu coração em mãos.
Eu amo esses olhos azuis eu sei parece estranho, a frequência que eu falo sobre ela ou do amor que eu sinto por ela.. Mas eu não sei oque eu faria se alguém fizesse mal a ela.
Meu coração disparou quando atendi o telefone e ouvi a voz animada dela me convidando para uma corrida.
—O Oscar tá aqui, você precisa ganhar dele.— A fala empolgante da garota me incendeia.
—Meu pai colocou a porra de um segurança particular na minha cola, vou tentar pular a janela.
—Tá, mas não desligue a chamada.
Eu me levanto e vou até o closet, vesti um short preto e uma regata preta. Eu mal podia esperar para sair e humilhar o Oscar, mas ao tentar abrir a janela, percebi que estava trancada.
—O filho da puta fechou a janela da sacada. — Eu falo colocando a mão na testa e girando o calcanhar.
—Se vira Katrina, ele tá com um sorriso debochado só porque sabe que você não tá aqui e vai ganhar dos babacas que vão correr.
—Não posso fazer muita coisa, não é Nadine.
A loira fica calada por alguns segundos.—Keti eu vou quebrar a cara dele tô te avisando pra depois você ir me buscar na delegacia.
—Não começa Nadine, já não basta mês passado.
—Então se vira aí.
Eu começo a olhar ao redor e vejo um grampo, com um pouco de esforço e a ajuda do objeto, consegui abrir a janela e sair pra minha sacada.
—Vou tentar sair Nadile, se der certo até já já beijos.— Eu desligo a ligação e sento em cima do parapeito da minha sacada.
—Nem pense nisso.— Uma voz grave fala fazendo eu parar oque estava fazendo e olha pro lado.
Fui surpreendida pela figura de Tom, parado ao lado da porta da minha sacada. Sua expressão brava e determinada me deixou intrigada e com ódio.
—Katrina, por favor, entre imediatamente.—Ele disse com firmeza.
Com o coração batendo forte e a adrenalina subindo pelo meu corpo eu começo a descer as escadas.
—Você sempre foi teimosa!— Ele fala e pega meu braço.