Arrancam-me o respeito do peito
Fodem minha mera pouca dignidade, cotidianamente
Como algo que não fosse do direito de existir e resistir
Minha vida nas suas mãos, um controle comumente
Gritos, olhos, surtos, tolerância alguma... raiva
E, assim, cortam-me de novo e de novo a credibilidade
Puxam meus cabelos, minhas roupas, minha pele e meus direitos
E, repetidamente, tratam como normalidade
Porque, no final, são surdos dos próprios sermões
Mudos das próprias palavras
Cegos dos próprios erros
Incapazes de mudar a partir dos próprios conselhos
E, assim, donos das mentiras que insistem serem verdades
Fazem de todos fantoches desse enorme parque de fantasias
Fantasiando-se de perfeitos por cima de tantas banalidades
Mas acabam-se por desleixados deles mesmos e dos outros
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A Poesia E A Vida De Jonas S. di Santo
Poetry"Em 'A Poesia e a Vida de Jonas S. di Santo', o autor mergulha nas profundezas da emoção humana, explorando os cantos mais sombrios da alma. Cada poema é um reflexo da intensidade das experiências vividas, capturando momentos de melancolia, amor e r...
