O pesadelo me olhou e, de novo, me fitou,
Pôs-me a acordar, sem poder de pensar
O ar parou, meu corpo hesitou
Solucei nas trevas, tive que acreditar
Completo atorduado, fugi do quarto
Como um cativo fugido
Pois o medo não me permitia ser liberto
Era eu um individuo constrangido
Borrifei-me, então, de perfume
Apenas usando-o para acobertar
Do parvor que era ser negrume
Como um conto de infelicidade
As borrifadas de par em par me diziam
Que o negrume era inevitabilidade
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A Poesia E A Vida De Jonas S. di Santo
Poetry"Em 'A Poesia e a Vida de Jonas S. di Santo', o autor mergulha nas profundezas da emoção humana, explorando os cantos mais sombrios da alma. Cada poema é um reflexo da intensidade das experiências vividas, capturando momentos de melancolia, amor e r...
