Não sei o que devia ter dito,
Que te convencesse por um triz,
Naquele dia de sol, entardecido.
Talvez, entre a batata e o nariz,
Enquanto te pintavas, sem poder fugir,
Eu devia te falado: fica! Me deixaria feliz...
Mas fui convencido a não tentar,
Pelos pés, pela tinta, pela ousadia,
Que de vergonha, não pude declarar,
Senti pelo rosto tanta covardia.
Me recordo pela tinta que sobrou,
Do verde ao rosa, o que devia ter falado,
O verde diz que você, silencioso, negou;
Mas o rosa contrai, acreditado.
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A Poesia E A Vida De Jonas S. di Santo
Poetry"Em 'A Poesia e a Vida de Jonas S. di Santo', o autor mergulha nas profundezas da emoção humana, explorando os cantos mais sombrios da alma. Cada poema é um reflexo da intensidade das experiências vividas, capturando momentos de melancolia, amor e r...
