Adios Muchachos

81 7 1
                                        


O trem que chega
É o mesmo da partida
A hora do encontro é também despedida.

Após chegarem no restaurante os rapazes se sentaram em uma mesa perto da janela, com uma vista linda para o mar

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


Após chegarem no restaurante os rapazes se sentaram em uma mesa perto da janela, com uma vista linda para o mar. Jung decidia entre uma pasta com camarões ou trufas brancas, embora ele não tivesse dinheiro para pagar nenhum dos dois. Por sorte seu colega ao lado que estava bancando, sentia que estava explorando o rapaz de tanto que ficou nas custas dele e de seu pai.

— Tenho que parar de gastar com a Scorpion... — Sussurrou ao ver os preços dos pratos.

— O que disse? — Yunho questionou.

— Oh, nada — Lhe deu um sorriso amarelo. Ele fechou o cardápio e esperou os outros escolherem, parando os olhos na entrada do local — Ai merda — Após sua fala, o mais alto levantou o olhar de seu celular, sentindo o coração apertar.

— O que foi? — Seonghwa se virou rápido, apertando o punho no momento em que colocou seus olhos na mulher entrando no lugar. Ela desfilava com um vestido azul marinho longo, que balançava a cada passo firme que dava. O garçom os guiou até uma mesa próxima a deles, o que fez a moça notá-los e ir em sua direção com um sorriso meigo nos lábios.

— Meninos! Lembram de mim, né? — A morena questionou esperando uma resposta.

— A-ah...Soyeon...o que faz aqui? — A voz rouca de Mingi quase não pode ser ouvida de tão baixo que falou.

— Amorzinho, eu vim almoçar com o papai — O rapaz mais velho apareceu atrás de si. San ao ver o homem se assustou, ficou pálido e sem expressão. Sua respiração se prendeu quando ele colocou os olhos no mais novo, só conseguia se mexer inquieto debaixo da mesa.

— Choi San, quanto tempo! — O senhor exclamou.

— Sr. Kim... — Esboçou um sorriso amarelo.

— Eu sinto muito pelo seu pai, éramos grandes amigos — Sorriu largo — Sentirei falta dele — Não irá, mentiroso.

Ele praticamente o matou de tanta droga que o vendeu. Apesar de odiar seu próprio pai ele não gostava quando as pessoas falavam de si de forma arrogante. Debochando de sua morte nas entrelinhas, como se fossem melhores que ele em algum aspecto. No fim todos aqueles velhos da elite viviam da mesma forma, com prostitutas e drogas.

— Tudo bem... — Respondeu, apertando o tecido de sua bermuda.

— Mingi, por que não senta conosco, hm? Com licença, rapazes — Se virou arrumando seu terno. A garota o seguiu, e relutante Mingi foi também. Yunho não podia acreditar que estava vendo isso, impossível ser verdade. Mais uma vez ela estava o tirando de si, tudo bem ela não tinha culpa de seus sentimentos, mas com certeza ela não é boba.

— Perdi a fome — Calmamente ele se levantou, jogando o guardanapo de volta em seu prato vazio e saiu.

— Merda — Park o seguiu — Yu! O que vai fazer? - Questionou quando parou atrás do rapaz do lado de fora do estabelecimento.

One more drinkOnde histórias criam vida. Descubra agora