Capítulo 48 - Do que vocês estão falando?

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PRISCILA...

Nunca estive tão ansiosa em toda a minha vida, como ei estou agora, para saber se a Natalie e a Rafaela são irmãs.  Já pensaram? Minha esposa é minha melhor amiga, mas que já ficamos, descobrindo que são irmãs. Sinceramente, estou temendo a reação da Rafa, se o exame for positivo. A Rafaela sempre quis ter uma irmã e saber quem era seu pai. Mas tenho certeza, que ela nunca pensou, sonhou ou ao menos imaginou, que seu pai, poderia ser o pai da Natalie. E agora estamos aqui, esperando esse resultado.   Por outro lado, acho que faria muito bem, as duas. Mas isso só será possível, se ambas deixarem o passado no passado. E a Rafaela é mais cabeça dura do quê a minha esposa. Por hora, estamos aguardando. No momento é só agradecer que a Rafaela está em casa, vai ficar 100 % logo, se Deus quiser. Depois que buscamos a Rafa no hospital e deixamos ela em seu apartamento, voltamos para casa. Nosso pequeno está sentindo a nossa falta. Se vissem a carinha dele, quando falamos que vamos sair... mas já chegamos em casa e passamos o resto da tarde brincando com ele. Depois o trouxemos para tomar um banho e logo era o momento do jantar, que ele ama, por estar todos nós juntos. É um momento especial, para ele.

Victor: - Mamãe, ainda vão me colocar numa escola? - Pergunta a olhando.

Priscila: - Claro, filho. A gente promete, viu? Né, amor? - Fala o olhando.

Natalie: - Com certeza. A gente promete.  Iremos levar você em umas duas ou três escolas. A que você mais gostar, a gente o matricula.

Victor: - Eu vou para a escola, vovó. - Fala contente, enquanto come.

Dona Beatriz: - Verdade. Vai se divertir e aprender muito, meu amor.

[...]...

Natalie: - Vamos, dona Ziza? - Fala a olhando.

Dona Ziza: - Vocês vieram só para deixar a gente em casa? - Pergunta as olhando.

Natalie: - Não, não. Minha esposa vai conversar com seu filho, um pouco, quando chegarmos.

Dona Ziza: - Sério? A senhora vai dar um emprego ao meu filho? Ele precisa tanto. Ele só quer ajudar essa mãe dele.

Priscila: - A gente vai conversar e eu verei o que posso fazer por ele, tá bom? Quando alguém têm atitudes como seu filho, de cuidar da mãe, por dias, num hospital, merece coisas boas. - Fala o olhando.

Cadu: - Muito obrigada, dona Priscila! - Fala sem jeito.

Priscila: - Mas... pelo visto, para contratá-lo, acredito que terei que impôr uma condição. - Fala séria, o olhando, enquanto caminham para o carro.

Cadu: - Não falar com a Natalie, né? Isso porque eu fui namorado dela, né? Eu entendo. Mas e se eu prometer que a respeito e jamais faltaria com respeito a ela?  - Pergunta sem parar.

Priscila: - Ei, ei... respira. Não tem nada a ver com a Natalie não. Relaxa! Eu confio na minha esposa. A condição seria você parar de me chamar de senhora e sua mãe também. Nada de senhora e nada de "dona", por favor!

Cadu: - É isso? Ah então tá bom. Peço só um pouco de paciência. Para tudo há um processo.

Priscila: - Tudo bem. Isso eu concordo.

Logo, entram no carro da Priscila e seguem para a casa da dona Ziza. Era uma casa humilde, bem arrumada.

Casa da dona Ziza 👇

Priscila: - Bom... enquanto a Natalie ajuda a dona Ziza ali no quarto, a gente pode conversar aqui na cozinha. - Fala sentando na cadeira.

Cadu: - A sen... Você aceita uma água? Quer café? Posso fazer, se quiser.

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