Uma engenheira mulher se daria bem dentro de uma garagem da fórmula 1?
Lyanna foi chamada para substituir o engenheiro de Charles Leclerc, ela não pensou duas vezes antes de aceitar, mas não será fácil seu caminho como engenheira. Ela teria que bat...
51, Mercedes --- Toto Wolff 29, Ferrari -- Lyanna Dourado
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Solto um suspiro frustrado, olho para o lado e para o outro, não vejo nenhum dos dois, esse só meu deixa mais irritada! Charles, Carlos e eu tínhamos marcado de ter uma pequena "Celebração" entre nós mesmos. Mas parece que eles dois vão me deixar sozinha com uma cara de idiota, eu queria saber o que tão importa eles poderia estar fazendo no momento.
Bom, os dois têm namoradas, devem estar com elas. Não queria que Charles tivesse inventado um jantar, sendo que ele não iria comparecer, Carlos do mesmo jeito, deu grande ajuda dizendo que seria uma ótima ideia, até agora nada.
As pessoas entram e saem do restaurante e eu continuo com uma cara de idiota, não queria passar pela minha cabeça que eles dois me deram um bolo, e olha que nem é meu aniversário. Não gosto quando as coisas não saem como o planejado, não gosto quando sou trocada. Está mais para a segunda opção.
O garçom já havia vindo até mim umas duas vezes perguntando se eu já havia me decidido, e eu falei que não, não queria admitir para mim mesma. Eu recebi alguns olhares curiosos, eu apenas olhava de volta e respirava fundo.
Olhei para o lado onde a janela me proporcionou a olhar a cidade, realmente muito bonita. Os prédios altos, os carros andando na rua, as luzes da cidade refletiam. Um olhar caia sobre mim, eu tentei não me importar, mas minha pele queimava de curiosidade.
Ele realmente está em todo lugar, onde esse homem não pode estar? Ele me olhava profundamente, parecia estar pensativo, alguns segundos depois ele se levantou da sua cadeira e andou até mim. Eu olhava tudo calada, sem expressar nada.
- Esperando alguém? - ele colocou as mãos nos bolsos.
- Não mais! - Minha voz sai calma. Não havia necessidade de mentir, eu sabia que eles não viriam.
- Posso? - ele apontou para a cadeira, eu balancei com a cabeça, ele puxou a cadeira e se sentou, ele desabotoou o botão de seu blazer - Estava esperando alguém especial?
- Não, e você? Alguém especial? - levantei às sobrancelhas.
- Não, pelo o que me parece fomos deixados de mãos vazias - ele brincou, mas não havia uma expressão no seu rosto.
- Sim - respondi rapidamente.
- Você está cansada? Teve uma vitória hoje, sabemos o quanto isso é difícil! Você planejou jantar com alguns amigos e eles não apareceram, é uma pena - Seu rosto e voz eram neutros.
- Se você está aqui apenas para mim ofender, já pode ir embora.
- Não fui uma ofensa, foi uma dedução, e parece que eu acertei!