~ Uma simples noite em uma boate e uma ficada com um bonitão aleatório fez a vida de Lice virar de cabeça para baixo, de um dia pra outro já estava em uma mansão luxuosa.
Mas, ele só a quis por sua beleza e por querer tê-la e fazê-la sua? Ou talvez...
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Hector.
Lice entra no quarto brava e nem me olha, apenas passa direto pro banheiro.
É sério que ela vai ficar com raiva por isso?
Me levanto e vou atrás dela, abro a porta e a vejo deitada na banheira com seus olhos fechados.
- amor? - a chamo, mas ela se faz de surda.
Então me aproximou e me sento na lateral da banheira.
- lice?
- Vai dar banho na cecilia!
- Amor não foi proposital, eu não iria dar banho nela eu só iria ajudá-la a ir ao banheiro - sou sincero, mas sei que ela não vai acreditar.
- hum...
- Lice!
- o que você quer que eu fale? Nossa amor tem uma piranha sem blusa no colo do meu marido, eu estou muito feliz! - ela me lança um olhar como se fosse me matar e engulo em seco.
- que isso vida - pisco algumas vezes, como uma coisa dessa é tão.... Agressiva!
- vai fazer alguma coisa e me deixa em paz - ela fecha novamente os olhos ignorando completamente minha existência.
Vejo seus joelhos dobrados e passo minhas mão no meio de suas pernas, ela continua me ignorando mas continuo descendo a mão até sentir sua parte íntima. Ela aperta as pernas para impedir que me movimente.
- é melhor ser boazinha, lice -afasto suas pernas com minha outra mão.
Faço movimentos circulatórios em seu clitóris e escuto seu arfar baixo. Sorrio vitorioso e desço meus dedos mais para baixo até sua entrada.
- Não se atreva - Mas já era tarde demais.
A penetro com dois dedos e ela arqueia o corpo pra trás e crava suas unhas em minha perna, mesmo eu estando de calça consigo sentir a pressão.
_ Hector! - ela tenta controlar os gemidos mas não consegue, meu nome saindo por sua boca em forma de gemido é meu império romano.
Quando vejo que ela já vai gozar retiro os meus dedos e me levanto. Ela abre os olhos e me olha com repreensão. Sorrio malicioso e seco minhas mãos na toalha enquanto escuto ela resmungar.
- por que parou? - me questiona brava.
- sinto muito, você não está falando comigo lembra? - saio do banheiro a deixando falar sozinha.
...
Lice.
quem esse filho da puta acha que é?
Saio da banheira e me envolvo com um roupão ao me secar com a toalha. Ele não está no quarto então espero que esteja no escritório porque se não eu vou matar ele!