~ Uma simples noite em uma boate e uma ficada com um bonitão aleatório fez a vida de Lice virar de cabeça para baixo, de um dia pra outro já estava em uma mansão luxuosa.
Mas, ele só a quis por sua beleza e por querer tê-la e fazê-la sua? Ou talvez...
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Lembranças. 💭
lice.
saio do carro indo para dentro de casa, mordo meus labios com medo do que meu pai ira fazer comigo. Eu só queria aproveitar com meus novos amigos, eu tinha feito novos amigos na escola nova e eles são demais, a gente tinha saindo para tomar um sorvete depois da aula e eu avisei ao meu pai, só que ai eles me chamaram para ir a praia e eu nunca tinha ido a praia. Eu sei que foi errado ter ido e não ter avisado, mas eu nem pensei direito.
e então um segurança chegou e me trouxe para casa, papai tem minha localização em seu celular.
subo as escadas em direção ao escritório de papai, respiro fundo ao parar na frente da porta do escritório e então dou três toques.
- entre! - a voz... estava tão grave que me dava medo.
entro e fecho a porta, logo depois caminho ate ele. Me sento na cadeira e desvio meus olhos dos seus quando os vejo escuros demais.
- você sabe o que fez? - afirmo.
- sim papai - meus olhos marejam
- me diga o que você fez - engulo em seco.
- passei dos limites e o desobedeci - digo soltando um soluço
- você sabe que será punida e tudo isso é culpa de quem? - entre abro os lábios mas não consigo falar nada. - ANDA FALA, LICE!- fecho meus olhos
- minha! - as lagrimas escorrem por minha bochecha.
- pro seu quarto, chegarei lá jaja - me levantei de cabeça baixa e fui para meu quarto.
me encolhi em minha cama, provavelmente ele vai me bater com o cinto... Eu não quero apanhar, eu quero a minha mãe, onde você estar mamãe?
me assusto quando a porta é aberta com força e fechada, ele se aproxima com seu cinto na mão e meu coração acelera. Parecia que eles estava com raiva, mais raiva no caso, seus olhos transmitiam fúria e ... Ódio.
- papai por favor eu prometo não fazer mais!! - grito sentindo o cinto entrar em contato com minha pele
- conta, lice! - começo a chorar descontroladamente.
eu começo a contar em voz alta e tremula.
- tre-três, qua-quatro para papai! - solto um grito forte quando o cinto atingi minha barriga.
estou esticada na cama , os botões da minha blusa fina se desfaz deixando meu corpo exposto.
tento me cobrir rápido, mas sou impedida pelas mãos de meu pai, seus olhos brilham de um jeito diferente, me assusto quando vejo seus lábios meio que salivar.
meu coração acelera em um ritmo tão rápido que sinto falta de ar.
- você aprendera a nunca mais me desobedecer, lice - ele rosna alto.