~ Uma simples noite em uma boate e uma ficada com um bonitão aleatório fez a vida de Lice virar de cabeça para baixo, de um dia pra outro já estava em uma mansão luxuosa.
Mas, ele só a quis por sua beleza e por querer tê-la e fazê-la sua? Ou talvez...
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**Narrador**
- você conhece aquela casa mais que qualquer um aqui, então entra la e faz o que combinamos. Hector precisa pensar que estamos dando uma tregua.
- ela está gravida senhor - respondeu caio
- não ligamos se ela esta ou não gravida. Eu quero vingança pelo que ele fez com o meu pai. você sabia que meu pai morreu e nem vai ter a oportunidade de ver o meu irmão nascer? Então se nao for capaz de fazer isso me diga logo! - o rancor em sua voz fazia o garoto ver o quanto hector tinha o feito mal.
- eu estou pronto senhor, a matarei e farei do jeito que me disse.
— lembre-se temos sempre o plano B — o garoto acenou com a cabeça antes de colocar sua máscara e sai.
....
** LICE **
Minha respiração falha ao escutar passos se aproximando, corri para o banheiro e me tranquei.
escuto a porta ser aberta e passos se aproximarem.
- lice - coloco a mão na boca escutando a voz rouca se aproximar. - eu sei que você esta ai lice - quase solto um grito quando ele bate na porta do banheiro. - eu prometo não machuca-la lice.
sem pensar muito agarro o vaso de vidro que esta com flores em cima da pia e derramo o liquido na pia junto as flores deixando o vazo em minhas maos.
A porta é arrombada me fazendo soltar um grito, rapidamente coloco minha mão na barriga enquanto com a outra seguro o vazo.
- você é mais linda pessoalmente, lice _ o homem tava com um pano no rosto que deixava apenas seus olhos de fora.
- como conseguiu entrar aqui? - ele ameaça de aproximar e eu recuo um passo apontando o vaso em sua direção.
- eu tenho minhas manhas.
- Por favor não me machuca eu tô grávida caramba! - Grito com meus olhos marejados.
- é só uma transa lice, nada mais _ meu coração acelera.
Ele se aproxima e tento recuar mas não consigo pois já estou colada com a parede. Ele cola nossos corpos e tento tacar o vaso nele mas sou impossibilita com sua mão que agarra meu pulso com tanta força que me faz soltar o vazo por causa da dor, o vazo cai fazendo um barulho terrível voando cacos pra todo lado.
- por favor - Peço com meus lábios trêmulos.
- Shi shi , tá tudo bem, certo? -ele retira o pano de sua boca.
Um pouco do que vejo de seu rosto, mas não o conheço.
Ele me prende com força na parede e seus lábios atacam meu pescoço.
Isso de novo não. De novo não!
- Para! - grito com minha voz tremula
- ta tudo bem lice, você nem vai sentir - arregalo meus olhos quando vejo uma faca em sua mão.
- não faça isso por favor - sinto uma dor infernal no meu braço - Não! - a dor me agoniza me fazendo encolher.
- ficar parada lice , eu prometo que nao vai doer - seguro seu braço quando ele aponta a faca para minha barriga.
mesmo com a dor sustento a preção. Ele me olha com um sorriso cruel que me faz querer chorar.
- você não é parea para me parar lice - com toda brutalidade ele puxa o braço de minha mão - você é inutil. - um barulho de vidro quebrando me faz sair do transe vendo o homem cambalear e cair.
- Ela não é parea para você, mas eu sou seu filho da puta!!! - ela é um maximo - lice pega um pano enrrola no seu braço e mete o pe da casa.
- mas e você? - pergunto preocupada.
- eu sou o de menos lice, pega o celular também e tenta ligar para hector. - afirmo saindo do banheiro.
pego uma blusa e amarro no meu braço para tentar estancar o sangue, pegando o meu celular saio correndo. Quando chego na frente da casa dou de cara com os seguranças destroçados, sem pensar duas vezes corro pro meio da floresta quando vejo que já estou distante da casa paro e ponho a mão na barriga, correr do jeito que estou correndo não é indicado a uma gravida.
disco o numero de hector, mas ele não atende então deixo uma mensagem antes de ligar novamente.
a ligação faz barulho e escuto respiração do outro lado.
- hector? - falo ofegante encostando em uma arvore.
- não gracinha - meu coração acelera com a voz desconhecida
- quem é?
- estamos tão perto, mas tao longe ao mesmo tempo... sabia que isso me deixa cheio de euforia para tê-la em minhas mãos? - uma lagrima teimosa escorrega por minha bochecha.
foi então que percebi que estava em um lugar totalmente estranho, sozinha e a unica coisa que ilumina o ambiente é a lua.
- não chore, você é uma preciosidade lice. olha tentaremos fazer uma cesaria, torça para que pelo menos esse bebe saia vivo, que tal? - convulsiono em choro com suas palavras.
eu não posso perder a minha bebê, eu preciso vê-la crescer.
- vai se ferrar! - grito em meio de um soluço - encosta no meu bebe que eu te mato!
- nao lice, você nao me mataria - um homem encapusado aparece a minha frente segurando o celular rente ao ouvido.
meu coração acelera, minha respiração falha e sinto uma pontada em meu ventre que me deixa sem folego, minha visão fica turva e so vejo quando o homem me pega em seus braços.
...
abro meus olhos lentamente tendo em minha visão um ambiente iluminado por uma luz terrivel, meus olhos passam por cada canto ate chegar em mim mesma, por algum motivo eu não estava sentindo dor, mas eu estava toda ensanguentada, o desespero me tomou quando vi minha barriga aberta.
- socorro! - grito desesperada entre o choro.
não consigo me mexer tirando mexer a minha cabeça, olho para o lado...
- Meu Deus! - engasgo com uma choro desesperador ao ver minha bebê ao meu lado sem vida toda ensanguentada - Filha! não - parece que meu coração foi arrancado de mim. desvio o olhar por não aguentar ver o que vejo. meus labios estão tremendo e parece que eu ja não sou eu.
minha bebê, minha menininha. como foram capaz de machucar um ser indefeso, por quê!?
- Aurora! Aurora! Aurora por favor não! minha menina não!
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