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LUIGI ABRAMOV ****  3:48 Londres 

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LUIGI ABRAMOV ****  3:48 Londres 

O disparo ecoa pelo ambiente fazendo um estrondo e os demais filhos da puta se assustarem. olho meu irmão que tem seus olhos focado no causador dessa porra.

- Aos poucos os seus estão morrendo e falta pouco para chegarmos no que lhe pertence -observo ele olhar o filho em desespero.

tal menino que tem aproximadamente 19 anos me olha como se fosse me matar. O encaro de volta apontando a arma pra ele.

— TA BOM, TA BOM!!! — o desespero em sua voz são tão prazerosos. — eu te pago, pago tudo que eu te devo mas deixa meu filho livre.

Desmancho meu sorriso demoníaco e divertido quando percebo que não vou poder matar o garoto. Abaixo a arma em desânimo e dou passos pra trás e meu irmão passos para frente.

— Eu vou te soltar e você vai me dá o dinheiro — meu irmão diz com a arma na cabeça do homem que treme feito um pinto molhado.

— Hector, eu não consigo o dinheiro hoje, por favor, por favor me dá dois dias — implora com seus lábios trêmulos

— Luigi! — ele me olha e fico do seu lado. — Acha que eu devo dar esses dois dias?

— Foram um ano, então a resposta é Não — digo encarando o garoto.

— pois bem, é hoje ou morre.

— são três horas da madrugada caralho como eu vou te dar a porra deste dinheiro? — nego com seu linguajar.

Dou um tiro no ar para assustar e ele me olha com seus olhos arregalados e trêmulo.

— Se vira — digo com todas as palavras lentamente gesticulando os lábios.

— bem eu vou ser bonzinho, até o meio dia de hoje eu quero o dinheiro e seu filho vai ficar comigo como garantia — olho sorridente pro garoto.

O garoto começa a gritar igual um retardado.

— Posso matar ele? — Pergunto sedento.

— Se controla, Luigi — revirou meus olhos e coloco a arma na minha cintura.

— tu-Tudo bem eu entrego o dinheiro.

— é bom mesmo, meio-dia e um seu filho vai ter uma bala alojada na cabeça e vai queimar no fogo do inferno junto a você — meu irmão guarda a arma — Soltem ele e levem o garoto pro galpão da minha casa

Os soldados afirmam.

Enfim, vou ver minha mulher.

***

Entro no quarto exausto. hoje a madrugada foi agitada e acabei matando no total de sete pessoas, foi pouco até.

Me aproximo da cama e vejo Mary dormir, beijo sua bochecha e encaro seu rosto sereno...

Dona Do Chefe Onde histórias criam vida. Descubra agora