A dor que me assola
surge de um lugar que ainda desconheço.
Digo "ainda" porque planejo conhecê-la, e assim,
conhecer a mim mesmo,
me aprofundar na força densa que que é minha existência,
eu que me negligencio sempre que tomo consciência de uma escolha,
me afundo no sofrimento que busco nas renúncias,
nas possibilidades que conjugo num tempo futuro,
mas que não é vindouro.
O tempo desse sofrer cessou,
quero me virar para (ver) o sol.
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Debaixo da Pele
PoetryPoemas de cunho psicológico, existenciais, sobre algumas angústias que assolam o ser. Convido vocês a lerem estes poemas, e quem sabe, se identificarem com alguns deles.
