Capítulo 26

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Caitlin voa na direção do Castelo de Warwick em pânico. Ela é a primeira de seus

companheiros de coven a retornar de Londres, e ela segura Scarlet em seus braços com força. Scarlet

tinha delirado durante a maior parte da viagem, e ao longo da última hora ou mais, Caitlin tinha visto

vergões começando a se formar em seu rosto. Ela está completamente tomada pela tristeza e

ansiedade. Ela tem certeza, agora, Scarlet tinha sido infectada a Peste.

Ela mergulha, ultrapassando os muros interiores do castelo, chegando ao pátio, e aterrissa

suavemente. Ela corre com Scarlet através da grande porta de carvalho, e pelos corredores de pedra.

"Aiden!" ela grita, sua voz ecoando pelos corredores vazios.

"Aiden!"

Mas ele está longe de ser encontrado, e ela não sente sua presença em qualquer lugar na

propriedade. Onde está ele? Ela pensa. Justo agora, quando ela mais precisa dele.

Caitlin corre por um corredor, chutando uma porta aberta, e subindo com pressa um lance de

degraus. Ela sabia que esta ala do castelo é onde ficam os quartos, e sua primeira atitude seria deixar

Scarlet confortável.

Ela abre outra porta com um chute, e se vê em um belo quarto, com uma cama grande com dossel,

enormes janelas com vista para o rio e hectares de colinas. O ambiente é tranquilo, e a roupa de

cama é limpo e luxuosa. É o lugar perfeito para Scarlet descansar.

Ela corre para a cama e coloca Scarlet sobre ela, colocando a cabeça dela suavemente sobre o

travesseiro. Ela estende a mão e afasta o cabelo do Scarlet, agora pegajoso, de sua testa. Mas Scarlet

ainda não tinha aberto os olhos.

Caitlin está começando a se sentir oprimida e a entrar em pânico. Se fosse ela, Caitlin, que

tivesse sido ferida ou estivesse doente, ela não se preocuparia e se tivesse sido um companheiro

vampiro, ela também não estaria tão preocupada. Mas é outra pessoa, alguém que ela ama muito, e

um ser humano. Ela se sente impotente, e não tem ideia do que fazer.

Ela sabe como é difícil sobreviver à Peste. Ela sabe, a partir de seus livros de história, que a

doença havia dizimado cerca de um terço da Europa. E ela sabe que uma vez que você tenha a

doença, suas chances de sobrevivência não são boas. Ela também sabe que a dor e o sofrimento são

insuportáveis, mesmo para um adulto. Seu coração se parte, ao pensar na dor que Scarlet enfrentaria

quando a praga atingisse seu ápice ao longo dos próximos dias.

Caitlin atravessa o quarto, pega uma toalha e a umedece em um balde de água fria, torcendo-a em

seguida. Ela corre de volta para o lado de Scarlet, estende a mão e enxuga sua testa com ela. Scarlet

arde de febre.

Ao fazer isso, os olhos de Scarlet se abrem um pouquinho. Sonolenta, ela olha para Caitlin.

"Mamãe, eu estou tão quente," Scarlet fala. "Dói tanto. Você pode fazer isso passar?"

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