No dia seguinte, como sempre, mal consegui me concentrar nas aulas. Cada segundo que passava, meu pensamento se voltava para Luna e para o encontro que tínhamos marcado mais tarde, na casa dela. Seus pais tiveram que viajar novamente com urgência para resolver um problema de família, então teríamos um tempo as sós, sem olhares curiosos ou fofoqueiros.
Meu coração acelerava só de imaginar o que poderia acontecer quando estivéssemos sozinhos.
Quando o sinal final tocou, meu passo era apressado, mas controlado, para não demonstrar a ansiedade que me consumia. Luna me esperava em frente à casa dela, sorrindo com aquele jeito tímido que sempre me deixava sem fôlego.
- Oi, Josh. - Ela disse, -Vim mais cedo pra casa , para me organizar e fazer algum lanche pra nós.
- Oi, Luna. - Respondi, tentando soar natural, mas sentindo que minhas mãos suavam.
Entramos na casa e ela me conduziu até a sala, onde o ambiente estava aquecido pela luz suave do abajur e pelo cheiro de lavanda que tinha no ambiente. Havia algo de aconchegante ali, uma sensação de intimidade que me fazia querer me aproximar ainda mais.
- Quer tomar algo? - Perguntou, a voz calma, mas com um brilho de curiosidade nos olhos.
- Um refrigerante ou um suco,estaria ótimo. - Respondi.
Ela preparou a bebida, e nos sentamos no sofá da sala, encostados um no outro, quase que por acidente. A proximidade me fez perceber cada detalhe dela: o cheiro do cabelo solto, o calor do corpo, o toque suave da mão quando ajustava o copo.
- Josh... - sussurrou, aproximando-se um pouco. - Eu gosto de estar assim com você, sem pressa, só nós dois.
Eu não resisti. Inclinei-me levemente e toquei sua mão. Ela não se afastou, apenas entrelaçou os dedos aos meus, e um arrepio percorreu meu corpo. O olhar dela encontrou o meu, e naquele momento, tudo o que importava eram nós dois, esquecendo o mundo lá fora.
- Luna... - murmurei, a voz baixa, quase um sussurro. - Você nem imagina o quanto eu queria esse momento.
Ela sorriu, e sem perceber, nossos rostos se aproximaram lentamente. O coração batia tão rápido que parecia querer sair do peito. Quando nossos lábios se tocaram, foi suave, tímido, mas cheio de intensidade. Era um beijo que dizia mais do que qualquer palavra poderia expressar.
Ela se afastou apenas o suficiente para olhar nos meus olhos, corando levemente, e eu senti uma mistura de nervosismo e desejo.
- Josh... - disse, a voz quase um sussurro -, isso é... diferente.
- Eu sei... - respondi, segurando seu rosto com delicadeza. - Mas é bom, não é? Ela apenas assentiu.
Sentei ela em meu colo e segui a beijar seu rosto. Ela arfava e eu... ah eu já estava excitado por ela.
-Josh... ela sussurrava meu nome, e quanto mais ela o fazia mais eu sentia tesão por ela.
Enfiei minha mão por debaixo de sua blusa e senti a pontinho de seus seios enrijecido por baixo do sutiã. Ela levantou os braços e fez sinal para que eu tirasse sua blusa. Assim o fiz, e meio que atrapalhado, logo em seguida abri seu sutiã. Parei de beijá-la e observei seus sinais, enquanto ela ficava corada. Seus seios pequenos e rosados que cabiam perfeitamente em minhas mãos, estavam na expectativa para que eu os sugasse.
Avancei um a um.
- Josh...isso é tão bom...
Ajeitei ela no meu colo, colocando cada perna em um lado de meu corpo.
Suas mãos desceram sobre meu peito chegando ao fim da camisa, levantando-a. Ajudei ela a retirar, então foi quando ela se encostou mais em mim, deixando nossos corpos colados, seus seios encostados ao meu peito.
-Eu quero mais Josh... - disse.
Apenas assenti com o olhar.
Se afastou um pouco, então abri o zíper da minha calça jeans. Seu olhar estava diferente e com delicadeza sua mão tocou suavemente meu pau por cima da cueca. Ela sorriu,
-Você está me deixando louco assim Luna...
Corou, e logo a seguir ajudei ela a tirar sua calça moletom.
Voltamos a nos beijar... forte, intenso, cheio de tesão e carinho. Éramos intensos, estávamos pegando fogo.
Segurei firme em sua cintura e a encaixei bem em cima do meu pau, apenas sentia sua umidade no tecido fino da calcinha ao tocar meu membro.
Virei ela ainda em meu colo, suas costas encostaram em meu peito, enquanto minha mão passeavam em seu corpo.
Minha mão desceu até sua entrada se enfiando dentro se sua calcinha. Seus pelos finos e macios acariciavam minha mão. Encontrei seu clitóris, e levemente o toquei com a ponta do dedo em movimentos suaves, subia e descia, enquanto ela se contorcia em meu colo.
-Josh... gemia...-Josh...
Mordi seu pescoço enquanto uma das mãos apertava um dos seios enquanto a outra brincava com seu clitóris.
- Josh..eu...ahh...Josh, eu não aguento mais...
- Isso, goza pra mim...quero ouvir, quero sentir você gozar...
Então foi quando ela se tremeu, e jorrou seu gozo em minhas mãos.
Nossos corpos estavam suados, trêmulos e foi um tesão enorme vê-la gozar. Ela estava envergonhada, virei ela pra mim e a deitei no sofá.
- Você esta bem? Perguntei.
-Estou, disse arfando ainda - Estou com vergonha, ela disse.
-Vergonha de que? Isso é algo natural, falei. Ela sorriu, a beijei e me deitei sobre ela. Me encaixando sobre suas pernas.
- Essa é minha primeira vez...- sorri convencido.
- Sério? Ela assentiu.
-Eu quero mais Josh... sorri e segui beijando sua boca suavemente, desci pelo seu pescoço, enquanto ela novamente arfava embaixo de mim. Cheguei em seus seios, mordisquei, lambi, mordisquei.
- Josh...
- Luna...
Fui descendo pelo seu abdômen, até chegar na sua púbis, ao qual me deixou com um baita de um tesão, fazendo meu pau latejar dentro da cueca, parecendo que ia rasgar o tecido. Parei e olhei para sua boceta rosada, levemente depilada com alguns pelos macios e fininhos.
A abocanhei...
Luna se contorcia, tremia, me prendia com as pernas,
Segurei firme com a língua seu clitóris fazendo ela quase gritar abafado. Suguei, mamei. Com a ajuda do meu dedo e língua, novamente ela gozou, um gozo intenso. E enquanto ela se acalmava, levantei e tirei minha cueca. Seus olhos passeavam por ele. Fui até minha mochila e peguei uma camisinha. Ela sorriu envergonhada.
- Deixa eu tocar nele... pediu tímida.
Fui até ela e sua mão suavemente o tocou, macia, e delicada. Gemi.
Ela o movimentava suavemente, me contorci, joguei minha cabeça para trás. Quase gozei,foi quando ela parou e pediu, - Me faz ser sua Josh...
Coloquei a camisinha e voltei a me encaixar entre ela, devagar entrei nela, coloquei a cabeça em sua entrada, enquanto ela se contorcia,
-Vai doer um pouquinho, mas vou ter cuidado... prometo
-Hunhun...ela gemeu baixinho.
Então entrei nela. Senti seu hímen se romper e ela dar um pequeno gritinho rouco.
-Você está bem?
-Sim estou...
Fui me movimentando devagar dentro dela, e aos poucos ela foi se a acostumando e começou a gemer baixinho.
-Mais Josh...mais forte... por favor...
Acelerei, entre beijos e mordida em seu corpo, pescoço, seios, suas unhas cravaram em minhas costas, senti arder, mas nada atrapalhava esse momento surreal entre eu e ela.
Foi forte, intenso, então eu senti que ela novamente gozou e logo em seguida gozei , enchendo a camisinha.
- Josh... ela sorriu
-Luna... sorri e a beijei... - Agora você é minha para sempre...
Ficamos assim, em silêncio, permitindo que a intimidade se construísse aos poucos: mãos entrelaçadas, sorrisos tímidos, e olhares que falavam o que não precisávamos dizer.
Após alguns minutos, Luna levantou-se, foi até o banheiro se limpar e segui depois para a cozinha. Eu a segui de perto, ajudando a arrumar as coisas.
O toque das nossas mãos continuava constante, agora mais natural, mais confortável, mais íntimo.
Preparamos um lanche e comemos ali mesmo na bancada da pia.
Cada gesto parecia carregado de significado, cada sorriso um pacto silencioso de proximidade.
Antes de me despedir, ela se aproximou e, quase encostando o nariz no meu, disse baixinho:
- Josh... obrigada por hoje. Por tudo.
- Eu é que agradeço, Luna. Por ser você, por confiar em mim...
Nos olhamos por mais alguns segundos, e eu senti que aquele momento, simples, mas carregado de sentimento, marcaria o início de algo ainda mais intenso entre nós. Algo que, eu sabia, seria inesquecível.
Quando saí da casa dela, o coração ainda acelerado, senti que a noite não tinha apenas trazido intimidade, mas também a certeza de que algo verdadeiro estava nascendo - algo que valeria a pena esperar, explorar e viver.
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Luna
RomanceDuas vidas que se encontram e o improvável acontece Sinopse Josh, sem vontade própria, volta a morar com a mãe depois de muitos anos , após perder o pai em um grave acidente. Só não esperava que com sua volta, o destino te trouxesse Luna...
